Lunada - A expansão do islamismo está a preocupar o Governo angolano, segundo a Ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva.

A governante advertiu sobre tal inquietação a Comissão para os Assuntos Religiosos da Assembleia Nacional, cujos integrantes visitaram esta terça-feira o Instituto Nacional de Estudos religiosos.

A Ministra da cultura disse estar a registar-se um crescimento significativo de seguidores do islamismo.

Um facto que, segundo Rosa Cruz e Silva, poderá acarretar consequências na organização e estrutura da sociedade angolana.

"A nossa preocupação prende-se com a expansão do islamismo e as consequências que podem provocar na organização e estrutura da sociedade angolana", disse.

Está em perspectiva um estudo para determinar até que ponto o islamismo está enraizado na sociedade angolana, segundo a directora do Instituto Nacional para Assuntos Religiosos (INAR), Fátima Viegas.

"O islão é uma situação que está a preocupar na medida que temos recebido da população algumas lamentações e queixas relativas a muitas jovens que se têm tornado escravas, depois de casadas com pessoas que professam esta doutrina. As informações que recebemos avançam que estas jovens não são companheiras, mas sim escravas, sendo obrigadas a sujeitarem-se a hábitos que em nada têm a ver com os costumes do povo angolano”, asseverou Fátima Viegas.

Segundo disse, o que se passa não é a hostilização do islão como doutrina, mas somente a prática de actos nada benéficos para a sociedade angolana.

“Embora professada por diversas pessoas, maioritariamente oriundas de países árabes, o Islão é um fenómeno estranho à cultura angolana e não tem raízes históricas na tradição do país, embora seja uma realidade actual. Se as pessoas estão a sentir-se lesadas é preciso uma resposta e é isto que o Ministério da Cultura, através do INAR vai fazer”, pontualizou.

Fonte: Apostolado



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