ImageLuanda - Estão a ser assinalados, na redacção do Jornal de Angola, sinais que indicam rejeição, a alguns textos de opinião do colunista /deputado do MPLA, João Melo cujo teor, os elementos do JA consideram “um pouco critico”. A constatação mais recente teve haver com um artigo, intitulado “Recados para uma nova transição”, escrito estes dias, a propósito daquilo que o autor chama de "nova" burguesia angolana.

Evidencias que aponta censura:
- Os textos que ultimamente envia, deixaram de ser priorizados  como acontecia no passado; alguns chegam a não sair, por alegada falta de espaço, remetendo a descontextualização.
- Houve recentemente, o caso de textos que para serem publicados, o escritor recorreu a influencias “extras” do Jornal de Angola
 - Face a saturação, contenta-se a publicar os textos “críticos” apenas na revista África 21 de que é o Director
- Informações de que tem sido “incompreendido” pelo Jornal de Angola chegou, aos ouvidos de sectores “poderosos” do partido com realce a Deputada Tchizé dos Santos a quem se atribui, um reparo face a marginalização ao escritor.

De acordo com leituras constantes, a linha do Jornal de Angola não permite criticas que possam dar “luzes” aos leitores. É, na sua definição estabelecida em critérios identificados em textos do seu Director José Ribeiro na qual se deve encaixar uma exaltação ao MPLA ou ao Presidente da Republica.

Facto comprovativo:

Antes das eleições de 2008, o DG adjunto do JA, Filomeno Manaças, estabeleceu contactos com um escritor/simpatizante do MPLA (nome ocultado por etica) com o propósito de este, passar a escrever artigos “explosivos” contra a UNITA. O JA chegou a publicar um texto mas, o “camarada escritor ” seria, em pouco tempo, demitido da missão depois de o terem  apanhado a escrever um artigo, na internet, em que fazia um reparo ao Presidente José Eduardo dos Santos.

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Fonte: Club-k.net



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