Cabo Ocidental - O embaixador  José Gama, da nossa diaspora, acaba de ser posto em liberdade, em Luanda, na seqüência da detenção que foi alvo as  12h  terça feira por ter terem apanhado uma viatura supostamente sua a ser lavada em via publica.

Logo após a sua soltura enviou uma mensagem ao exterior agradecendo o apoio de todos. Segundo fontes policias em Luanda, a lavagem de viatura na via publica não da cadeia.  “Fui voluntariamente a esquadra da policia para resolver assunto relacionado a acusação que me estava a ser feita de ter mandado lavar carro em local publico. Posto na esquadra da policia fui mandado para a cela sob acusação de desacato a autoridade. Segundo o fiscal eu desobedeci porque não lhe entreguei os documentos do carro.”

“Eu estava de boleia. Estava dentro do banco e não faz  sentido o fiscal pedir me a mim documento de viatura que ele na esquadra alega que  eu recusei.”

“Um dos jovens que foi apanhado a lavar o carro foi preso e confessa que nunca recebeu ordens minha nem de ninguém para lavar carro. Diz ter sido o seu amigo por iniciativa própria.”

“Não há condições humanas nas celas. O que me preocupou não foi a minha detenção mas a situação dos detidos com quem abordei la dentro. O jovem lavador de carro por exemplo, foi preso sem processo e outro registo parecido. Corre o risco de la ficar no esquecimento. Há outros casos semelhantes que la estão a semanas e meses sem registo algum.”

“Os presos foram muito solidários. Torciam que eu saísse para poder reportar Ca fora a situação injusta a que estão submetidos. Dormem no chão seco. Não se respira em condições devido ao mau cheiro de urina. Come-se mesmo ali” finalizou a sua mensagem.

*Edna Van-dunem
Fonte: Club-k.net



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