Lisboa – Integra da nota de protesto do general angolano Leopoldino do Fragoso do Nascimento enviado ao Club-K, pela sua assessoria de imprensa, protestando a um alegado uso exagerado da sua imagem sempre que se fala de Angola.

Fonte: Club-k.net

Nota  de  Protesto


Exmos Senhores

Notamos com preocupação que nos últimos tempos, e de forma exagerada, sempre que o vosso órgão publica notícias negativas sobre Angola ilustram com fotografias do Engenheiro Leopoldino do Nascimento, uma situação, como devem calcular, muito constrangedora quer para ele, enquanto figura pública, e a sua família.

O Engenheiro Leopoldino do Nascimento, (Dino), não tem nenhum processo judicial contra ele nem é formalmente acusado por qualquer instância nacional ou internacional por crime que tenha cometido. Há muitos anos, depois de uma vida militar activa ao serviço da nação que o levou a ser patenteado como General das Forças Armadas hoje não no activo, o Engenheiro Leopoldino do Nascimento enveredou pela vida empresarial, tendo nessa actividade criado o seu grupo empresárial COCHAN e estabelecido parcerias ou relações comerciais e de cooperação com varias empresas de renome no mercado mundial, como é o caso, por exemplo, da PT Portugal e da Trafigura e criado empresas com actividades relevantes em Angola, como é a Unitel, a Pumangol e o Grupo kero, entre outros que empregam hoje um número elevado de portugueses e outros expatriados, de profissões e ocupações diversas e um maior número de trabalhadores angolanos, alguns quadros de maior valia e competência.


São pagos regularmente, e estranhamente nunca se fala disso.

Como empresário ousado, o Engenheiro Leopoldino do Nascimento fez algumas aplicações em instituições financeiras fora do país, umas deram certo outras não, mas é o negócio da vida. E dos casos mal sucedidos pode-se incluir o investimento feito no BES delegação do Dubai, onde o Engenheiro reconhece ter perdido dinheiro mas está muito longe de ter sido o mais lesado porque ele integrava um conjunto de investidores que incluíam pessoas de outras nacionalidades, alguns até com investimentos maiores. Porque no caso se abordou, de forma acintosa, a presença de angolanos, concretamente ele? Por serem angolanos e terem trabalhado durante muito tempo com o Presidente José Eduardo dos Santos? Será isso um crime de lesa-pátria?


É de referir que o Engenheiro Leopoldino do Nascimento tem um histórico de vida que se distingue pela ética, discrição, boa educação e respeito pelos mais altos princípios morais e é nessa linha que tem imprimido o seu engajamento no mundo negocial onde, para além de ganhar dinheiro, tem em evidência o saber servir, e bem, o seu País, contribuindo para o seu engrandecimento.

E é por isso que nas suas diferentes actividades empresariais ele não esquece de convencer os seus parceiros na aposta em projectos de índole social, na filantropia em Angola e para os angolanos.


Somos conhecedores das leis vigentes no nosso país, mormente às atinentes à imprensa, ao respeito ao bom nome dos cidadãos, razão porque solicitamos que parem com essa campanha sórdida que não dignifica o Jornalismo. Que deixem de fazer utilização abusiva da sua imagem quando se trata de notícias sobretudo ligadas à corrupção que grassa no País, o que não deixa de ser uma acusação e condenação gratuita e que afecta, isto sim, a sua honra, o seu bom nome e da sua família.

Muito Respeitosamente.

 



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