Luanda - Entre os passageiros do voo AF 447, que desapareceu no domingo, quando fazia a rota entre o Rio de Janeiro e Paris, não há qualquer cidadão angolano, ao contrário do que rezava a lista divulgada ontem pela companhia Air France e difundida pela TV Record e Globo.

Segundo revelou ao Jornal de Angola uma fonte do Ministério das Relações Exteriores de Angola, entidade que se desdobrou em contactos com o Itamaraty (Brasil) e o Quai dOrsay (França), a confusão deveu-se ao facto de, na lista, estar um passageiro (ver matéria ao lado), de nome Luís Marinho, que devia fazer escala em Paris a caminho de Luanda, onde vinha exercer actividade profissional contratado por uma empresa.

De acordo ainda com a fonte do Ministério das Relações Exteriores, tanto o Ministério das Relações Exteriores do Brasil como o Ministério dos Negócios Estrangeiros da França confirmaram, depois, não haver nenhum cidadão angolano entre os passageiros.

Vinha trabalhar em Angola

Nelson Marinho Filho, 40 anos, casado, sem filhos. Mecânico de engrenagens, o brasileiro morava em Araruama (região dos lagos do Rio de Janeiro) e ia a França para fazer uma escala para Angola, onde trabalharia para uma empresa norueguesa de petróleo.

Nelson Marinho, pai do mecânico, confirmou que o seu filho estava no voo AF 447.
O irmão de Marinho Filho, Nilton Marinho, disse, por seu lado, que o malogrado costumava viajar para países como a Noruega e a Polónia para fazer trabalhos para essa empresa.

Fonte: Jornal de Angola



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