Lisboa - Foram avançadas com mais pormenores revelações recentes segundo as quais José Filomeno dos Santos e um sócio Jean-Claude Bastos de Morais de má reputação em Angola se juntaram a família Lourenço para constituição de um  consorcio para prospecção e exploração de ouro, na zona sul de Angola.

Fonte: Club-k.net/Maka Angola

Os pormenores foram agora detalhados pelo “Maka Angola” que através de um artigo intitulado “a corrida aos bens do Estado: saquear até ao fim” elucida que apesar da mudança de presidente, as operações de saque ao património público por parte do grupo de accionistas da Benfin SA (empresa da dupla Zenú e Jean Claude)  parecem estar salvaguardadas. Os seus interesses, enquanto accionistas da Calfisa SA, cruzam-se com os da família Lourenço, escolhida para a sucessão na presidência.



De acordo com o Maka Angola, José Filomeno dos Santos e Jean-Claude Bastos de Morais estão envolvidos no negócio de prospecção e exploração de ouro na Huíla. Fazem-no através do consórcio Sociedade de Metais Preciosos de Angola (SOMEPA), em parceria com o Estado (Ferrangol) e o casal Lourenço, que é representado por uma sobrinha, Inockeclina Bens África Correia dos Santos, através da empresa Ralo.


Dessa sociedade, adianta o portal de Rafael Marques de Morais, também faz parte o secretário de Estado do Interior, Eugénio César Laborinho. Na mesma empreitada, através da empresa Kilate, também estão o conhecido general dos generais e deputado do MPLA, António dos Santos França “Ndalu”, e o governador do Kuando-Kubango, Pedro Mutindi.



Para o Maka Angola “Essa teia de interesses político-mercantilistas, definitivamente compromete João Lourenço com o Estado corrupto que é Angola.”

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