Lisboa - Em entrevista à TSF, João Soares começa por recordar que chefiou mais de 20 missões de fiscalização de eleições em todo o mundo pela OSCE ou Parlamento Europeu e não tem dúvidas em dizer que está em curso uma "fraude muito sofisticada" em Angola, tal como em todas as outras eleições já realizadas no país.

Fonte: TSF

O antigo ministro da Cultura, militante e ex-dirigente socialista, sublinha que não chega ter observadores internacionais que chegam em cima das eleições e que não estão na esmagadora maioria das mesas de voto.


João Soares vai mais longe e diz "que onde as coisas se passam e sempre se passaram em Angola é na tramitação via internet e computadores desde os milhares de mesas de voto ao apuramento central".


O militante do PS explica como defende que se processa a "fraude eleitoral em Angola".


João Soares defende que em Angola a contagem dos votos (sem observadores de todos os partidos) e sobretudo a centralização dos resultados é o ponto mais frágil das eleições, a favor do MPLA.


João Soares crítica o partido que governa Angola e a forma como são contados os votos.


O político português, velho apoiante da UNITA, vai mais longe e diz que "a vigarice é toda feita depois no sistema eletrónico e pelas empresas portuguesas e espanholas que lá têm estado a cobrir estas coisas e lá estiveram há quatro anos... Há consultores de todo o lado que vão lá por dinheiro e são puros mercenários", conclui.

 



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