Lisboa -  O   Presidente   da República, João Manuel Gonçalves Lourenço deu 60 dias ao ministro do interior,  Ângelo de Barros Veiga Tavares  que lhe fora imposto pelo general Manuel Hélder Vieira Dias Júnior, ex-chefe da Casa de Segurança da Presidência. 
 
Fonte: Club-k.net
 
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De acordo com previsões,   Ângelo de Barros Veiga Tavares deverá ser substituído até finais de  Janeiro do próximo ano pelo general Pedro Sebastião,  actual Ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança  e este por sua vez deverá ser  rendido  pelo general  Fernando Garcia Miala, que estará a considerar a proposta. 
 
 
 Alega-se que Ângelo de Barros Veiga Tavares  terá perdido a confiança da nova administração.  A decisão sobre a sua saída surge num momento em que circulam alertas   de que uma corrente dentro  regime estará propicia a a minar prejudicar o consulado do novo Presidente. 
 
 
 Há  algumas semanas,   um grupo de jovens  pretendia realizar manifestações para exigir a destituição de Isabel dos Santos  da gestão da  Sonangol.  Paralelamente, a estas pretensões corria de que uma faccão do regime tencionava explorar a manifestação para ordenar a Polícia Nacional  a usar violência contra os jovens para passar a imagem de que João  Lourenço é igual ao seu antecessor José  Eduardo dos Santos ao lidar com as liberdades cívicas. 
 
 
Ângelo de Barros Veiga Tavares é a entidade que manda na Polícia Nacional, e caso venha ou viesse a incorrer em ordenar repressão contra jovens manifestantes, ficaria prejudicado e acusado de estar interessado em prejudicar a imagem do Presidente  João Manuel Gonçalves Lourenço. 


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