Lisboa – Novo Ano, novas raias. A luta contra a corupção activa levado à cabo pelo Presidente da Republica continua a deixar em pranto a matilha de lobos aptos no enriquecimento ilícito. Nesta senda, o director nacional adjunto do Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC), Gilberto António Dilú, esta a ser indiciado num processo-crime junto à Procuradoria Geral da República, sob a acusação de corrupção passiva, corrupção activa e falsificação de documentos.

Fonte: Club-k.net
Pesam sobre si, segundo apuramos, o acto fraudulento de contratos sobre o Programa de Aquisição de Produtos Agrícolas (Papagro). Estes contratos elaborados por Dilú, supostamente  aos olhos   da ex-ministra, terão  provocado  desvios milionários ao cofre do Estado angolano. 

 

Sabe-se que o jurista Gilberto Dilú (na altura dos actos desempenhava o cargo de assessor do Gabinete Jurídico do Ministério do Comércio) fazia parte do grupo restrito – criado pela ex-ministra Rosa Pacavira – que elaborava os contratos com as supostas empresas contratadas para os devidos efeitos. O curioso é que as referidas empresas recebiam o pagamento sem prestar quaisquer serviços.

Dentre as instituições que supostamente prestavam os serviços ao MINCO constam:

- Sociedade de engenharia e construção “MSTR”, fundada em Maio de 2008, assinou sem concurso público 43 contratos simulados, em troca terá oferecida um apartamento luxuoso a ex-ministra em frente da faculdade de Direito da Universidade Agostinho Neto.

- A empresa Iberia prestava ficticiamente ao Centro de Logística e de Distribuição “CLOD”. Sabe-se que empresa recebeu alegados "milhões" de dólares e mais alguma coisa para construir uma quinta (no Km 30) de 21 quartos;

- Mercasa - Incatema, especialista na estruturação e organização de mercados de perecíveis, acusadas de ter pago 10    milhões de dólares de comissões a pessoas próximas a antiga ministra;

- A empresa Four Finance;



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