Luanda - Temos que acabar com o mau hábito dos africanos tentarem fazer os seus pares passarem de bestiais a bestas quando acham que convém à nova liderança, ou quando lhes convém por oportunismo ou hipocrisia...e depois transformá-los novamente de Bestas a Bestiais caso estes compatriotas voltem a subir a cargos de chefia e assim sucessivamente. (Ex: Aconteceu no passado com o General Miala e Dra Quina, que quando eram chefes no tempo do anterior Presidente da República eram exaltados e bajulados. Depois foram exonerados e até chegaram a ser presos, acusados pelos seus pares, “julgados e condenados” etc...Hoje já hoje voltam a ser mostrados pelos mesmos órgãos de comunicação social que noticiaram a sua condenação e aplaudidos pelas mesmas claques que antes os crucificavam, como heróis e vítimas do regime), para não falar de diversos casos noutros países africanos...

Fonte: Facebook

"Aconteceu no passado com o General Miala e Dra Quina"


Há que acabar com essa Cultura de ajustes de contas (usando por vezes o abuso de poder e violação da Constituição) em África, pois é uma prática muito FEIA, que acarreta danos reputacionais e económicos ao continente e tem retardado o seu desenvolvimento, chegando até a afectar a paz social em várias nações.

 


Quem quer arriscar o seu dinheiro a fazer investimentos a longo prazo em países assim?


As instituições devem funcionar sem interferência e sem uso da demagogia ou populismo para a consolidação do poder pelos “paradigmas da situação” nas nações africanas.


Como cidadã, desejo que o actual Presidente de Angola, Sua Excelência João Lourenço, tenha todo o respeito e todas as honras quando sair do cargo máximo da Nação e que não seja alvo de qualquer perseguição dirigida pela futura direção do partido MPLA, ou de ajustes de contas animados pelo oportunismo político e bajulação ao, ou à, futuro ou futura Presidente da República de Angola, por motivações políticas ou pessoais contra o seu antecessor ou família, pois só assim poderemos um dia ter líderes africanos que governam sem medo de fazer apenas um mandato, ou que sintam a necessidade de se perpetuar nos cargos, receosos do day after, isto é, o seu futuro após perda do Estatuto e poder.


Só quando houver FairPlay na política africana seremos um continente de países desenvolvidos, onde a democracia seja o critério e a prática, não apenas a teoria plasmada nas nossas Constituições e leis escritas.

 

Não confundamos o necessário combate à corrupção com aproveitamento político para levar a cabo ajustes de contas, perseguição e/ou assassínio de caráter a alguns cidadãos escolhidos a dedo, entre os quais geralmente os que são vistos como potenciais futuros adversários políticos ou apoiantes de adversários políticos do poder instalado...


Temos que ser sérios na correção do que está mal, nunca perdendo de vista o destino de mais de trinta milhões de angolanos.


O oportuno e essencial combate à corrupção e a recuperação do dinheiro desviado pode ser feito de várias formas, sendo lógico escolher aquelas que menos Irão afectar a comida na mesa e o emprego do povo, bem como a estabilidade política e social do país.


“Melhorar o que está bem e corrigir o que está mal”

TS



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