Luanda - A ingratidão que pinta a imagem de muitos que integraram a equipa do ex – Capitão do Navio no alto mar Angola, corre à uma velocidade assustadora, em que, muitos que hão as suas mãos completamente inquinadas de crimes de peculato, impunidade e corrupção no círculo do antigo navio, hoje, tomaram o peso da evidência contrária, atiraram – se contra o mestre, transformando – o em ácido que dissolve todos os erros postos à correr na boca dos que choram e clamam pelo passado, que eles mesmos assaltaram e deixaram – no aos rastos. O estado de coisas hoje, plasma – se na demolição inexorável da imagem de Eduardo dos Santos, e, muitos dos seus pioneiros e seguidores do passado, foram transformados em antropófagos, com um papel inverso, imposto à destituí – lo da imagem heróica e patriótica que deixou atada à nação que entregou – se de corpo vivo, como sacrifício para livrá o País do passado falsário e maligno.

Fonte: Club-k.net

O ex – Presidente Eng. José Eduardo dos Santos tem inimigos que são extremamente desagradáveis: são de todas as idades e vêm de todos os lados do novo Governo angolano. Eles se distinguiram tanto nos escritórios quanto nos campos de trabalho do consulado de José Eduardo dos Santos, e obtiveram altas honrarias em nome do Executivo angolano. É fácil ter acesso à eles hoje: basta estar atento e ouvi – los à destilarem o seu veneno tóxico contra a pessoa do ex – Presidente da República Eng. José Eduardo dos Santos, será pois nas palavras de Séneca (in “Cartas a Lucílio) que se sente o estridente fragor da ingratidão do novo Governo angolano, no que plasma o papel incontornável de Eduardo dos Santos: o ingrato tortura – se e aflige – se à si mesmo, odeia os benefícios que recebe por ter de retribuí – los, procura reduzir a sua importância, e, pelo contrário, agigantar enormemente as ofensas que lhe foram causadas. Há alguém mais miseravel do que um homem que se esquece dos benefícios para só se lembrar das ofensas? A sabedoria, pelo contrário, valoriza todos os benefícios, fixa – se na sua consideração, compraz – se em recordá – los continuamente. Os maus só têm um momento de prazer, mesmo esse sendo breve demais: o instante em que recebem o benefício e consome – se logo, atiram – se contra aquele que sempre os defendeu, os nutriu, e até os acolheu em momentos tenebrosos e de afogo.

Um mundo visto só de um ponto de mais é bastante miserável, feio e mau ao excesso, não pode ao longo de mais de 30 anos de governo de Eduardo dos Santos haver apenas imperfeições à serem recordadas, sem nunca timbrar – se os bons feitos que este deixou à República que dirigiu. Um mundo assim, além de cometer um enorme erro de análise, acarreta um sem números de consequências nefastas, e normalmente totalitárias.

Tem - se falado do espectáculo do mundo, e comparada a vida à um teatro, e ao ponto de no leito da morte, o Imperador Ausgusto ter ordenado que o aplaudissem, mas a analogia entre teatro e vida, não é grave, dizem que a vida é um conto de fadas, também não acarreta qualquer prejuízo social, porém, esquecer tudo que alguém durante toda a sua vida tenha realizado em prol de uma Pátria, para somente se ter em recordação os maus tempos e os erros que tenha cometido, isso sim, é uma aberração nefasta e extremamente perniciosa, até mesmo Cristo negara ser chamado de bom, como um homem feito de carne e ossos, tenha de ser perfeito, será pois parafraseando Cristo que entendemos que a humanidade nasceu do pecado, e os erros fazem parte do homem “Por que me chamas bom? Ninguém é bom, a não ser um, que é Deus!”

Muitos dos que ontem o bajulava, o endeusavam, tendo hibernado durante longos anos atados nos braços de José Eduardo dos Santos feito lobos em pele de cordeiro, hoje, não adiaram a primazia de destilar o seu veneno tóxico para destruir a imagem daquele que foi o líder do País, no seu passado, ontem. O País ferve numa panela de pressão, todos querem falar, até os que ontem permaneciam calados, feitos objectos inanimados, suas línguas revigoraram – se, todos, mas todos, têm uma coisa a dizer, até os despidos de ética, têm alguma coisa a dizer (…) trazer uma impressão de bom exemplo ao Novo timoneiro da Nau Angola, passou a ser a nova moda dos governantes de hoje, o imediatismo chama, as ambições convocam, o poder convida, muitos dos quais lançam os entulhos do passado contagiado de culpas à imagem de JES transformando – o num verdadeiro banco de dados de culpas do tamanho do mundo.

Os que ontem eram corruptos e criminosos, hoje fizeram – se santos e fieis seguidores do novo timoneiro da nau Angola, e, lançam os milhares de defeitos cometidos por eles contra o antigo capitão da equipa, o jogo da nova governação está animado, de que até aos sem ética, e sem moral, já lhes é preservado um lugar precioso vincado na acusação àquele que trouxe ao País o projecto Nação angolana, transformando o Projecto Luanda Estado Nação à um Projecto Angola Estado Nação, aquele que transformou uma terra de Guerra num paraíso de Paz, aquele que deu luz e projectou uma Nova Angola plasmada na reconstrução nacional, na edificação de todas as infra – estruturas devastadas pela guerra, aquele que trouxe à acelerar o crescimento económico angolano, aquele que trouxe o projecto de diversificação da economia angolana, aquele que trouxe a reabilitação de cidades, aquele que construiu centenas de centralidades, aquele que deu à Angola um novo rosto, aquele que implementou programas e projectos que fizeram melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano em Angola, aquele que instituiu centenas de Escolas espalhadas por toda Angola, aquele que reabilitou pontes, reabilitou estradas, reabilitou barragens, aquele que construiu centenas de hospitais por Angola toda.

Há contar os que destilam o seu veneno contra a imagem do ex – Presidente da República JES está o General Francisco Pereira Furtado (antigo chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas), que ter – se – á lançado contra a figura do ex – Presidente JES num programa café da manhã ministrado pela LAC Antena Comercial. Parece não ser Francisco Pereira Furtado que, enquanto encontrava – se nas vestes de Chefe do Estado Maior General do Exército em Angola, terá conduzido esse papel com cumplicidade das culpas e defeitos do tamanho do universo, marcado por uma gestão danosa, por um enriquecimento ilícito à custa dos milhões e tostões das FAA, com inúmeras irregularidades durante o seu mandato. Durante o seu mandato, as unidades militares barafustaram com os problemas relacionados com a falta de alimentação e fardamento para os efectivos, os militares ficaram à deriva, sem botas, nem farda, a fome tomou posse dos quartéis militares em Angola.

No mandato do General Furtado, os militares das FAA chegavam mesmo a comprar fardamento no fardo do Roque (Quicolo) e readaptá - lo à questão angolana, outros acorriam aos colegas que tivessem reserva considerável, embora com os milhões de dólares que o ex – Executivo dispôs às FAA, esse dinheiro era desviado para fins alheios aos das FAA. O Antigo CEMG-FAA, Francisco Pereira Furtado terá depositado ao longo do seu consulado cerca de 40 milhões de dólares numa conta bancária em Cabo Verde, que estariam em seu nome; 18 milhões de USD terão sido direccionados para a compra de cabazes para as tropas em 2009, enquanto isso Furtado os assaltou para fins próprios, e os colocou em sua posse em Cabo-verde, ao passo que o restante valor que completava os 40 milhões de USD, eram provenientes do fundo operativo do Estado-maior General. Francisco Pereira Furtado, tinha por cúmplice um oficial do seu Gabinete, identificado por Coronel Mendes. Foi com o dinheiro roubado nas FAA que o General terá adquirido variados imóveis, quintas e terrenos dispersos por Angola fora como: nas províncias de Luanda, Kwanza Sul, Huíla entre outros tantos lugares. Furtado enriqueceu – se do nada, de forma bastante ilícita e impune. Furtado ao acusar o ex – Presidente de ter cometido excesso ao longo do seu consulado, será pois, trazido à evidência o adágio popular angolano “O roto à rir – se do rasgado”. Furtado cuspe no prato em que sempre comeu, nutriu – se e fez – se milionário em detrimento do bem comum do exército angolano, que teve de passar os piores horrores enquanto esse abriu uma garrafa de champanhe para festejar o desvio de milhares de dólares das FAA.

Para terminar o assalto, Furtado não se ajoelhou, em 2011, teria sido verificado uma ausência de cerca de 100 milhões de USD na Caixa Social das FAA, num âmbito em que Furtado era o Governante máximo, uma gestão danosa marcou o seu consulado, caracterizada por empréstimo de milhares de dólares a altas patentes militares, cujos montantes não foram devolvidos até então.

Mais de 100 milhões de dólares, foram empregues em negócios vários, e, alegadamente, na construção de condomínios nos arredores da capital luandense, as FAA se tornava na verdadeira casa da mãe Joana no tempo de Furtado, transformada num verdadeiro covil de ladrões, onde cada abutre vinha debitar o seu pedaço, muitos soldados fantasmas surgiram no consulado de Furtado.

Milhares de nomes falsos, duplicados e registados com graduações que não possuíam nos despachos de reforma exarados pelo Presidente da República. Furtado recebeu do executivo angolano verbas consideráveis para ser auto-suficiente e efectuar vários investimentos que os não executou de jure e de facto, desviou para fins próprios. O Executivo angolano terá disponibilizado dinheiro para pagar aos pensionistas das FAA, para a construção de fábricas, edifícios e procurar outras formas de investimentos das FAA, pela ironia do destino, esse dinheiro serviu para nutrir o bolso de Furtado e seus apaniguados, permitindo parir inúmeros projectos em seu nome com alvo em negócios e investimentos privados. Do que se recebeu, só uma ínfima parte serviu para a construção, em Malanje, da fábrica de confecções de botas militares sem nenhuma qualidade, levando o próprio Exército e a Casa Militar a preferiram importar botas do estrangeiro, porque as que eram ali produzidas tinham uma qualidade pior que da Nigéria. Na Huíla, esta instituição também construiu uma fábrica de sumos sem qualidade, na Humpata, e sem sistema de escoamento do produto. A CSSFAA foi completamente tomada pelo saque no tempo de Furtado, hoje, transformado em moralista sem moral, quer vir ao público pela LAC no programa café da manhã, e dar lições de ética e moral ao ex – Presidente JES? Quem é Furtado para criticar JES e o seu consulado? Um homem que forjou – se nos erros, a ponto de no final da empreitada marchar à Cabo-verde onde terá concorrido à vaga da Presidência da República, para se tornar Presidente de Cabo-verde, pela ironia do destino, os caboverdianos não o votaram, acusavam – no de ser corrupto e versado em roubalheira de fundos públicos para fins próprios, como pode um homem versado em assaltar o erário do Estado angolano atiram – se contra a pessoa do ex – Presidente JES? Tal nome, tal atitude, Furtado, não pode nessa dimensão derramar o seu veneno tóxico e azedo contra a imagem de José Eduardo dos Santos.


Um pensar crítico deve estar vinculado à forma como vivemos, alguém que tantos erros cometeu ao longo do seu consulado não pode atirar – se contra ninguém, porque este não é inocente, é cúmplice do passado. É como vivemos socialmente que condiciona nossa visão sobre o mundo, simplesmente porque a mente humana não se trata de uma centelha de algum lugar que foi plantada dentro de nós como acreditavam os antigos desde Prometeu (que roubou o fogo dos deuses para dá-lo aos homens) e as religiões abrahamicas. Curioso é perceber que essa ideia sub-jaz no pensamento laico, por mais que não tenha sentido. A mente humana emerge evolutivamente como uma capacidade holográfica e quase autónoma de explicar o mundo e, principalmente, justificá-lo na construção de valores (baseados no princípio do prazer) e conceitos, porém, deve basear – se nos factos que dizem respeito ao sujeito, não deve o sujeito tornar – se imune ao conjunto de ilicitudes que tenha cometido, para simplesmente fazer – se santo e atirar – se contra os demais. Furtado é cúmplice dos horrores em nome da corrupção nas FAA, enquanto homem de leme deste organismo, não pode de sã consciência lançar – se contra o ex – Presidente JES, é um motejo que alguém que seja cúmplice do sumiço de milhares de dólares para fins das FAA, venha hoje como inocente à atirar – se contra a imagem do ex – Presidente JES que deu toda a sua vida em prol da nação angolana.

 

HAJA LUZES SOBRE AS TREVAS!

 

 



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