Lisboa – O empresário angolano Bartolomeu Dias, já reagiu a noticia avançada pelo Club-K, esta segunda-feira que dava conta do seu envolvimento da compra e venda de um imóvel de sete andares ao Consulado de Angola em Lisboa, cujos contornos estão a ser investigados pela Procuradoria Geral da República.


Fonte: Club-k.net

O empresário terá comprado o imóvel a 6 milhões de euros e de seguida revendeu ao MIREX representado pelo Consulado de Angola em Lisboa, no valor de 15 milhões de euros, levantado suspeitas de sobrefaturação. Um consultor de imóvel em Lisboa contacto pelo Club-K, alega que “Este caso foi um roubo ao Estado, este prédio eu conheço muito bem nem 2 milhões de euros valia”.


No seu direito de resposta, o empresário confirma que o seu grupo empresarial, “esteve envolvido sim, na venda de um edifício localizado na zona valorizada e nobre da cidade de Lisboa, através da sua empresa local , onde foram observadas e cumpridas as normas exigidas incluindo assinatura do contrato e estando a escrituração a depender do pagamento do imposto pelo comprador que é o ministério das finanças , sendo este o dono e pertence deste património do Estado”.


Por outro lado o empresário alega que “a quando a sua venda a negociação o senhor Presidente deste grupo, em momento algum esteve envolvido de forma direta, mas sim foi delegado seu representante legal em Lisboa, o qual foi conferido os devidos poderes em faze-lo/gestão corporativo”.

 

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