Lisboa - André de Oliveira João Sango, que durante o período de 2006 a 2018, exerceu o cargo de Director Geral do Serviço de Inteligência Externa (SIE), manifestou indisponibilidade para atender o convite que lhe foi inicialmente formulado  para vir a ser nomeado como futuro embaixador de Angola em Lusaca. Em alternativa, a sua recusa,  foi incluindo na listas das propostas, o nome do seu antigo adjunto,  Azevedo Xavier Francisco “Xavita”,  recentemente  nomeado por despacho presidencial.

Fonte: Club-k.net

Prefere  dedicar-se a docência 


As razões da indisponibilidade de Oliveira Sango, são remetidas a manifestações antigas em que augurava deixar a vida política para dedicar-se exclusivamente a consultoria e a  docência, que é a área que mais lhe agrada. Antes da sua nomeação para o SIE, onde foi substituir o general Fernando Garcia Miala, o professor Sango já era conhecido como um notabilizado acadêmico ligado a Universidade Agostinho Neto, e Lusíada, uma actividade que partilhava  com as funções de director do Centro de Formação Especial da Comunidade de Inteligência do Serviço de Informações.

 

Em finais de 2011, chegou a ser citado como estando “já de saída”, do SIE,  numa altura em que circulava um falso rumor insinuando que estava sempre ausente do país por conta de um alegado envenenamento. Na verdade, esteve constantemente ausente do país, devido a um problema nas   amígdalas que lhe causavam incômodos de ficar em casa, de uma a duas semanas acompanhadas de febres altas. Numa das deslocações, a Lisboa, isto é, em Setembro daquele ano, aproveitou para consultar o médico e este o aconselhou a efectuar uma cirurgia de caracter urgente.



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