Luanda – Receada que as exéquias fúnebres do seu líder fundador, pudessem a vir ser alvo de uma eventual sabotagem, a UNITA cedeu discretamente no dia anterior ao enterro, a um pedido do regime para que  um grupo de corista não se apresentasse trajado unicamente com as cores verdes, no dia do funeral. 

Fonte: Club-k.net

Regime pediu que não usassem camisas com as cores verdes das FALA

A justificação das autoridades, é de que as cores (verde escuro) do grupo corista assemelhavam-se a de um exercito (das extintas FALA), o que poderia confundir as populações. Porém, para evitar constrangimento a UNITA instruiu a referida banda coral para que no dia do enterro, se apresentassem com camisolas brancas com o rosto de Jonas Savimbi, ao invés das camisas verdes. razão pela qual não se verificou o suposto “exercito” trajado de verde. A banda manteve apenas as calças verde e as luvas brancas.

 

De acordo com explicações de varias fontes da UNITA, tratou-se concretamente de um grupo coral que se preparou para homenagear, Jonas Savimbi. Por via das redes sociais, a deputada Albertina Ngolo, confirmou, tratar-se de uma banda à semelhança das existentes nas congregações religiosas, contrariando a versão dos militantes do MPLA de que teriam visto um exercito, nas primeiras imagens dos preparativos da cerimonia fúnebre, transmitidas pelos canais de televisão.

 

“Tanto xinguilamento por causa de uma banda que apenas foi criada para prestar honras ao nosso Presidente Fundador, tal como se vê nas imagens. Até as Igrejas têm bandas e bem vestidas, quanto as cores, cada um escolhe a sua. E todos sabem que as nossas cores são: vermelha, verde e o galo é negro. Confesso que essa banda honrou com pompa e circunstância o Mwata da Paz. Parabéns a nossa banda”, exclamou a parlamentar angolana.



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