Luanda - São várias e diferentes as opiniões sobre esta medida aplicada a militante do MPLA Tchizé dos Santos. Penso ser normal esta manifesta animosidade por parte de muitos co-cidadãos nossos. Não podemos nos olvidar que trata-se de uma questão que diz respeito a vida interna de um partido e que tem um estatuto próprio e normas procedimentais como qualquer outra associação.

Fonte: Club-k.net

Posto isto, é imperioso perceber-se que a liberdade deve ser exercida nos marcos da lei ou seja dentro de um critério, sob pena de renúncia do pacto social de Jean-Jacques Rousseau e fazer-se apologia ao leviatã de Thomas Hobbes...

 


Precisa-se perceber a essência do associativismo, do qual emergem os partidos políticos, cujo o estatuto que lhes é atribuído pela constituição muitas vezes confunde os seus associados achando que tudo podem e devem. Mas, é um princípio básico, tão básico que me questiono como a nossa compatriota chegou ao CC do MPLA e adopta como modus vivendi o que todos nós temos vivenciado. Em minha opinião, é um autêntico atentado ao "pacto do partido" a que ela pertence.

 


Portanto, não vejo nenhum retrocesso neste caso. Porquanto, a democracia é feita com regras, mas não as regras do vale tudo, como tem sido o apanágio da jovem Tchizé após o "abandono" do poder pelo seu pai. Será que a causídica manteria a mesma postura se fosse o pai dela na liderança do partido? Salvo uma melhor opinião.

 



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