Luanda - O actual partido político no poder angolano. A semelhança de tantos outros regimes já falhados no panorama político internacional, afigura-se, (aqui, não falaremos de potências, pelo facto de Angola não ser uma pontência no Mundo). Tal como, o de Salazar em Portugal, de Mabuto no Congo Democrático e muito recentemente o de Nino Viera na Guine-Bissau, ilucidam claramante sinais de um MPLA, com visão de hoje, não querendo saber o que será amanhã.


Fonte: Club-k

É tarefa de um verdadeiro quadro a leitura dos sinais e apelar a responsabilidade na hora certa. Começou-se simplesmente com:  “os direitos humanos não enchem a barriga”, “a democracia nos foi imposta”, “eu também sou jogador”, “há correntes que defendem eleições indirectas”, “nós defendemos eleicões atípicas”, ao ponto de dizerem mesmo, que: ( o MPLA, é o JES e o JES é o MPLA), e ninguem diz nada, nem mesmo alertar por onde o MPLA poderá aplicar o orçamento das eleicões presidencias cabimentado para o ano 2009.


Onde estão os quadros?

Será, nos comités de especialidades? Que comité de especialidade? Onde o certo é errado e o errado é certo? Que ciência, sem o rigor científico, objectividade de análise e a verdade intelectual.


Movimento Popular de Libertacão de Angola, MPLA, em crise de quadros. Não há quem ingressa às fileiras do M tendo em conta a Paz, Unidade Nacional, Liberdade, Democracia, Justiça, Progresso Social e a Solideriedade como o interesse primordial.


Na verdade, o problema é só um e único: Ventre (de onde vieram); a questão é fome, desejo do estómago. Ninguém quer saber...!, sobre o que sabem? São capazes de mentir por uma migalha de pão.


O professor universitario Belarmino Vandúnem chega a sala de aula e chama atenção aos estudantes: “caso queram ser quadros  sérios em Angola, preparem-se, para andarem com um sapato rústico, uma calça velha e pagar renda numa casa no Zango”, assumindo claramente a postura de um ventrílogo.


Outrossim, quem se digne ser militante do MPLA, dificilmente sabe dizer o que significa a estrela plasmada na bandeira do seu partido. Se os senhores João Pinto, Burnito de Sousa, Belarmino Vandúnen, Adão de Almeida fossem dignos quadros do MPLA não trairiam os valores que o MPLA tem nos Estatutos, (já abordados no quinto parágrafo deste texto). O artigo 75º ponto 4) alínea b) c) d) e até mesmo alínea e) que é a solidadeiredade com a verdade e com a ciência, quando páctuam com a ideia das átipicas, que como homens do direito sabem obviamente que é violação do famoso artigo 159 sobre os limites materiais da actual constituicão angolana.


Quando o MPLA pensou no MPLA, na sua alínea c) do artigo 5º dos seus estatutos, disseram que: (o MPLA tem igualmente por finalidade participar democraticamente na vida política do país concorrendo em liderdade e igualdade de circunstancias com as demais forças políticas, para a formacão e expressão da vontade política do povo angolano).  Quem hoje é militante do MPLA e que se preocupa em ser coerente com os seus princípios? Dá entrada de propostas constituicionais fora de hora e de prazos acordados legalmente(?) violando os valores plasmados nos Estatutos e os quadros mantêm-se calados. Gentes como velho Mendes de Carvalho, seriam exemplos de militantes e quadros nos dias em que vive Angola.


Os renomados (analfabetos modernos) que nem a informática têm o domínio, para não falarmos do nível académico que não passa do ensino secundario e ocupam os postos de Administradores, Directores e Governadores, perceberam nos  CAPs e nos Comités de Especialidades  que antes estou eu e depois o governado.


Violam todos os rituais partidarios pelo facto de estarem mais preocupados com o Eu do que com a Unidade Nacional, Justiça e Progresso Social, deindo para fora o legado de que foi imanado o MPLA, que: “o mais importante é resolver o problema do povo ” – Doutor António Agostinho Neto Primeiro Presidente do Movimento Popular de Libertacão de Angola, MPLA. Feita a primeira parte da crise de quadros da maior formação política angolana. Não há quem...

 

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