Lisboa - A directora dos recursos humanos do BPC, Hendrika Kiala Monteiro, foi forçada apresentar um pedido de demissão das suas funções, no seguimento de um processo interno na qual pesam sobre si “graves irregularidades” que tomou sem o conhecimento do Conselho de Administração. Na quinta-feira, Hendrika reuniu-se com os responsáveis do seu pelouro anunciando a sua retirada prematura.

Fonte: Club-k.net


A “gota de água” em desfavor de Hendrika Monteiro aconteceu quando no passado dia 15 de Julho recorreu as páginas do Jornal de Angola, a revelia do conselho de Administração, para expor um grupo de funcionários, na qual solicitava comparência ameaçando rescindir o contrato de trabalho.

 

De acordo com o apurado, alguns dos visados que estavam a ser convocados, ocuparam no passado cargos de direcção e estão neste momento sem colocação pelo que a directora Hendrika Monteiro invocava necessidade de regular a sua situação. Outros estavam ausentes nos termos de uma licença, e contactáveis, contrariando o conteúdo da informação do edital no Jornal de Angola.

 

Hendrika Monteiro é uma técnica que no início na sua carreira foi colocada  na direção de recursos humanos do BPC. Seria na gestão do então PCA, Ricardo de Abreu, que ela, na altura como subdirectora, ascendeu a titular da pasta. Como directora dos recursos humanos, Hendrika Monteiro passou a ter problemas de relações humanas com os colegas, catapultando-a para um quadro de impopularidade.

 

Antes de ser obrigada a pedir demissão, surgiram denúncias junto ao Conselho de Administração contra no que toca a inclusão de funcionários fantasmas no banco.



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