Lobito - Normalmente o lema da Unitel é: o próximo mais próximo e que alegadamente por ter alcançado 5 milhões de clientes, dados bastante duvidosos, pois o facto de se venderem 5 milhões de números não significar automaticamente que todos eles se encontram no operativo, é uma companhia 5 estrelas. Mentira! Só eu tenho 5 números no inactivo, minha esposa e cada um dos meus filhos tem no mínimo 2-3 números fora de serviço, muitas vezes por incompetência e ineficácia da própria Unitel que complicando o cliente, este por sua vez cansado de tanta burocracia não lhe resta outra alternativa senão proceder a compra de outro número.

 

Fonte: Club-k.net

Até quando o Monopólio dos “escolhidos”?

Como dizia, por mais paradoxo que pareça, a telefónica em causa, monopolizadora absoluta até bem pouco tempo do mercado de telefonia móvel, parece estar cada vez mais distante do que próximo do cliente.

 

Não vamos rebater aqui os constrangimentos directos ou indirectos causados pela sucessivas “gaffes” daquela que se assume como sendo a número 1 do mercado em causa, mas o que sim devemos e temos o directo de exigir, é que se ponha fim ao monopólio desleal e desigual existente. Consta que pelo menos mais de uma dezena de pedidos para operar no mercado deram entrada nos últimos anos nas instituições competentes, mas que até agora nenhum foi deferido.

 

A economia de mercado, de que muito se propaga existir em Angola, passa por igualdade de circunstâncias, concorrência leal e igual para todos os angolanos. Entretanto, parece que apenas “algumas escolhidas e iluminadas” pela luz da prosperidade, têm tamanho privilégio. Já basta que para se legalizar uma estação de serviços ou vulgo “bomba de combustível”, apesar da necessidade visivelmente crescente, continua sendo privilégio de alguns poucos, mas o martírio de milhões de utentes das vias é cada vez mais gritante e visível.

 

A Unitel, já que seus empreendedores falarem e muito de qualidade, inovação, competência, etc, etc, devia testar de facto a sua hegemonia no mercado, concorrendo com outros operadores. O serviço oferecido ao cliente deixa a desejar. E não me venham aqui com desculpas de avarias de aqui, rebentamentos de ali etc. Hora porque uma empresa chinesa escavou aqui para rebentar ali, tudo blá blá blá. Não, a Unitel está rota. Se as senhoras e senhores iluminados pelos adventos da prosperidade restrita se acham de facto tão competentes assim como se têm exibido, então que tenham também o valor e a modéstia de influenciarem os vossos protectores que deixem também que outros tenham oportunidade mostrar seu poder empreendedor e criativo. Isso só seria possível com a liberalização do mercado em discussão.

 

Já com a TPA é  a mesma coisa: dá-se a impressão de que todos que por ela passaram e aguentaram ao longo dos últimos 34 anos foram incompetentes, o que não corresponde a verdade, senão não teríamos hoje a TV, pelo menos em termos operacionais e técnicos, nem muito menos teríamos os nomes de referência no nosso jornalismo televisivo e não só, como os temos hoje. Só não fizeram mais, porque era necessário ser-se um ou uma iluminada para que as verbas surgissem.


Basta! Basta de tanta aldrabice, de tanta intoxicação e falta de respeito para com o angolano.


Primeiro o angolano, o angolano sempre!



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