Luanda - Caiu como uma bomba no 10a andar do palácio da Justiça na capital do país, o anuncio de que o venerando Juiz Conselheiro do Tribunal Constitucional havia colocado o seu lugar a disposição cujo pedido foi aceite pelo Presidente da República “no interesse da salvaguarda do bom nome da Justiça”

Fonte: Club-k.net

No dia seguinte ao anuncio da exoneração o jornalista Ilídio Manuel, escrevia na sua pagina no facebook a seguinte mensagem: “Passei só para saber se os "órfãos" do ex-presidente do "Supremo» estão ter o devido acompanhamento psicológico”. Ironicamente, o site do “Supremo” publicava uma mensagem com o titulo: “Nota de Agradecimento do Colectivo de Funcionários do Tribunal Supremo, Dirigida ao Presidente Cessante do Tribunal Supremo, Dr. Rui Constantino da Cruz Ferreira.”

 

O Jornalista Ilídio Manuel está certo, são órfãos porque no Tribunal Supremo, havia na sombra dois superiores funcionários Carlos Fuque, Secretario Geral e  o  chefe da escolta  que tinha poderes que nem juízes. Operavam na sombra com toda arrogância possível. Carlos Fuque era o homem dos dinheiros, tudo passava por ele, dando ordens a senhora Esperança da contabilidade.

 

Trabalhou antes no Tribunal Constitucional e quando Rui Ferreira se mudou para o supremo, também o levou para ai. É o Carlos Fuque que tem os esquemas de sobrefacturação na compra de bilhetes de passagem para a viagem dos juízes. Os esquemas eram feitos pela agencia de viagens REALVITUR, detida pela construtora “7 Cunhas”, e facilitadas pelo assistente de viagem “Peixoto”. A Procuradoria Geral da Republica terá agora esta missão de investigar os esquemas de corrupção montado no Tribunal Supremo pelo rede do Juiz demissionário Rui Ferreira. Pedir a sua congênere portuguesa explicações de como Carlos em tempo recorde comprou casa em Portugal.

 

Já se dizia que o Dr. Rui Ferreira comeu a ginguba no fundo da água e a casca veio por cima. Não só veio ao de cima as cascas da sua ginguba como também de toda a sua rede e que se não fossem trabalhos tomariam de assalto a Comissão Nacional Eleitoral através do testa de ferro, Manuel da Silva “Manico”.

 

Por isso mesmo a PGR, deve investigar como a MERAP, empresa de Eliseu Mbumba, “testa de ferro” da Juíza Guilhermina Prata, passou a controlar o sistema de informática do Tribunal Supremo. Este tribunal tinha uma direção de informática que foi corrida e substituída pela MERAP. A Juíza Guilhermina Prata foi sócia de Rui Ferreira e juntos fundaram o escritório de Advogados RGT que agora mudou de nome.

 

A PGR deve também investigar a empresa Clean que cuida da limpeza e manutenção do Tribunal Supremo. A empresa Clean é associada a mesma juíza. Os pagamentos são feitos por Carlos Fuque.

 

Quando a Juíza Guilhermina Prata era a ministra da justiça, era a MERAP que assumia o monopólio dos sistema informático do Ministério da Justiça e emissão de bilhete nacionais num contrato multi-milionário.

 

Nesta altura, as viaturas do Ministério da Justiça eram concertadas na oficina do Dr Rui Ferreira, cujas instalações funcionavam antes um armazém do grupo Arosfran.

 



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