Luanda - Quando um dia o deputado Makuta Nkondo respondia a pergunta de um jornalista da Radio Despertar que se não se sentia lisonjeado por a mulher mais rica de África ser uma angolana, o deputado respondeu nos seguintes termos: que não considerava “Isabel dos Santos, sendo a mulher mais rica de África como angolana porque não via onde a Isabel apanha a nacionalidade angolana sendo filha de uma mãe russa e de pai são tomense”.

Fonte: Club-k.net

Afinal, o deputado acaba de ter razão a quando da realização da cimeira África Rússia em Sochi, onde não sendo convidada no grupo de empresários angolanos mas sim “convidada” pelo governo da Rússia de que tem as suas origens.

 

Foi assim que da cimeira África Rússia, em Sochi a imagem que tentou passar como figura incontornável no mundo político e empresarial que no fundo não passa de uma anã que acumulou a sua riqueza de forma primitiva política assumida na reunião do Comité Central do partido do seu pai que era a filosofia de governo do seu executivo que durou 38 anos, em que roubaram, desvirtuaram a historia do país, colocaram os angolanos uns contra outros, recupetraram o dinheiro dos angolanos, hoje pretende fazer passerelle nos palcos internacionais sobre o sofrimento dos verdadeiros donos da riqueza do povo angolano.

 

De onde proveio a sua riqueza, do pequeno restaurante na Ilha de Luanda, Miami Beach, a empresa de limpeza urbana 2000, as únicas fontes iniciais conhecidas mas tudo não passava de emboscada a mutamba do erário público entretanto, mais tarde na Sonangol, empresa pública com os roubos bilionários ?! Fora deste âmbito nada mais conseguirá justificar a não ser que seja comparada ao barão Pablo Escobar.

 

O desafio da baronesa Isabel dos Santos nos próximos dias é de esclarecer as academias angolanas, universidade, sob origem da sua riqueza as formulas económicas usadas, numa católica, UJES, para tingir as cifras bilionárias e ser considerada a mulher mais rica de África.

 

Não se iludam com a família Dos Santos, estes não só foram exploradores, opressores desta grande nação que é Angola, terra dos nossos ancestrais e não dela, e que não se deve dar brecha a esta camarada que mantenha em sua posse riquezas construídas com sangue e alma dos angolanos autóctones que não tenham outra passaporte ou dupla nacionalidade, o dinheiro sujo que é da família Dos Santos servirá para engendrar “golpes de Estado” para colocar governos doces que lhes restituía a liberdade de roubar o erário publico como fizeram a 38 anos.

 

Pensamos que deve ser o alinhamento de toda população ou de toda sociedade, pedir ao Presidente João Lourenço que sem mais delonga deve ativar a PGR para agir em conformidade e que tudo que representa a ameaça a segurança e estabilidade nacional é da responsabilidade dos serviços de segurança e a estes saberão actuar dentro dos marcos da lei.

 

Angolana e angolanos, sociedade civil, igrejas e partidos políticos fiqueis atentos a nova revolução sem aldeia, movida pela família Dos Santos contra Angola com o fim último de recuperar aquilo que perderam nos últimos dois anos que é poder político.

 

Aqueles que assaltaram o castelo sem olhar a meio não podem dar lições de moral a juventude angolana.

 



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