Luanda - Angola chegou a seis pontos no Grupo A e se classificou para as Oitavas-de-Final do Mundial Sub-17 com uma rodada de antecipação. A equipe africana mostrou ser um adversário forte e dominou o Canadá nos primeiros minutos da partida, mas só fez o gol da vitória aos 48 do 2º tempo.

Fonte: Globo

Os lançamentos longos incomodaram a defesa canadense e o primeiro gol poderia ter saído aos 22 minutos do 1º tempo, quando a árbitra uruguaia assinalou pênalti para Angola. Mas, depois de consultar o VAR (sigla em inglês de video assistant referee ou árbitro assistente de vídeo), a árbitra voltou atrás alegando impedimento do ataque angolano.




Aos 26 minutos, em cobrança de falta de Nelson, o Canadá quase abriu o placar, mas o goleiro Geovani fez uma bela defesa à córner. Quatro minutos depois, foi a vez de Angola fazer um lançamento longo para a área, o goleiro Kouadio saiu de forma atabalhoada e o atacante Zini subiu de cabeça para balançar as redes: 1 a 0.




No 2º tempo, logo aos 3 minutos, o Canadá empatou o jogo. Bola rasteira em profundidade para o atacante Russell Rowe. Ele chutou de primeira e estufou as redes, marcando um belo gol: 1 a 1. A partir daí, a partida mudou totalmente: os canadenses passaram a dominar as ações, encurralando o time de Angola.




Aos 37 minutos, o meia Kerr perdeu um gol incrível. Entrou na área, esperou o goleiro sair, mas demorou a chutar. Foi travado pela zaga e a bola tomou o rumo das redes, mas pelo lado de fora.




No finalzinho, um pouco de emoção e trabalho para a árbitra. Zito foi lançado, invadiu a área e tocou entre as pernas do goleiro Kouadio. Gol de Angola. Mas, novamente, o VAR entrou em ação e decretou impedimento.


O gol da vitória não saiu aos 44 minutos, mas saiu aos 48. Em uma falta levantada para a área, a bola sobrou limpa para o reserva David encher o pé e sair para comemorar. Agora sim, sem anulação, sem voltar atrás, Angola fazia 2 a 1.


Os jogadores enchiam o peito de orgulho, batiam no escudo, estavam eufóricos não só pela classificação para as Oitavas, mas principalmente por “honrarem a pátria”, como fizeram questão de enfatizar nas entrevistas pós-jogo.

 



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