Luanda - A empresa RIUSOL viu recentemente o tribunal provincial do civil administrativo sentencIar a seu favor o processo que envolvia a mesma com a entidade fictícia Maximus, LDA dos Co-Arguidos (falsificadores) Miguel Mateus e Ahmed Kushmar).

Fonte: Club-k.net

A RIUSOL é a empresa que no ano de 2017 sofreu fraude por parte dos cidadãos acima referenciados, fraude esta que ficou provada pelas entidades competentes, tais como SIC, PGR e TRIBUNAL, apesar de ter havido vários forças a agirem contra a reposição da legalidade. Sem descurar o facto dos seus representantes estarem até ao momento a sofrer fortes ameaças por parte da MAXIMUS, LDA.

 

Temos  estado a denunciar vários casos de fraudes, envolvendo entidades judicias e financeiras que por cumplicidade das mesmas agem a favor dos infratores. Este caso relembra como já havíamos reportado anteriormente, o caso JEOSAT, onde elementos ligados a presidência da república, departamentos ministeriais e representantes do Banco Espirito Santo, retiraram a assinatura de Carlos Rodrigues ( PCA da Jeosat) para fins ilícitos.

 

Essa ordem do tribunal é inapelável, apesar de alguns procuradores não estarem a respeitar a sentença do tribunal, que impede que qualquer órgão inclusive a PGR de importunar o normal funcionamento da fabrica. Uma vez que a PGR ainda manda oficiais do SIC fazer diligencias na fabrica criando assim um clima de desconforto e insegurança , por parte de funcionários e clientes que brevemente serão denunciados d mesma como foi desmascarado o juiz Rui Ferreira.

 

ADMINISTRAÇÃO DA ZEE MANTE-SE NO SILÊNCIO SOBRE O ASSUNTO

 

A Direção da ZEE não reagiu até ao momento sobre a decisão do tribunal, era suposta na qualidade de gestores do espaço pronunciarem sobre o desfecho do caso, uma vez que a RIUSOL ainda constata certa frieza e inércia por falta de pronunciamento dos mesmos.


A empresa RIUSOL vem por esta via agradecer a sociedade em geral, pela confiança e apoio prestado, quer seja os que tiveram a favor ou contra.

 

A RIUSOL, S.A promete denunciar brevemente outros crimes envolvendo elementos ligados à Presidência da Republica, Ministério da Justiça, Ministério das Finanças e representantes do Banco Millenium Atlantico.

 



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