Luanda - A arquitecta Ângela Mingas diz que o Shopping Fortaleza não constitui apenas um problema ligado ao património ou ao ambiente, mas também de segurança nacional.

Fonte: Jornal Vanguarda

Professora do Departamento de arquitectura da Universidade Lusíadas, Mingas, numa entrevista ao jornal Vanguarda, explica que trata-se Morro de São Miguel, que pertence ao Centro Político e Administrativo, local que alberga o Palácio Presidencial, o Museu das FAA que é um quartel, e o Pácio Episcopal.



Isto significa no dizer da arquitecta não se pode ter no perímetro imediato de um quartel das forças armadas um edifício de utilização pública e comercial como é o shopping. É um espaço com concentração de milhares de pessoas, em que um individuo pode entrar com um carro e explodir uma bomba.



Trata-se de um território definido em decreto de 2010 como Centro Político e Administrativo da República de Angola. Por isso a académica argumenta que “quaisquer alterações dentro do Centro Político e Administrativo deve merecer uma reflexão profunda sobre as instituições da República e também das Forças Armadas Angolanas.”

 



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