Luanda - A politica externa de Angola privilegia a cooperação pela paz, liberdade e desenvolvimento. Economicamente a politica externa de Angola assenta num modelo de relações mais justas e livres de protecionismos. A guerra em Angola impedia que os resultados fossem positivos na região da Africa Austral. O novo quadro pós-acordos de nova Iorque tornou-se num balão de oxigénio para as economias da Africa Austral seriamente debilitadas.

Fonte: Club-k.net

A relação regional de Angola tem que ser vista de dois modos, de um lado em relação as relações bilaterais e do outro lado em detrimento das relações aos agrupamentos regionais. Angola, assim como os restantes países que compõem a SADC, tem dado especial atenção ao tema de segurança. Na africa central, uma análise atenta aos novos organismos que passaram a integrar a CEEAC (comunidade económica dos estados da Africa central), monstra claramente a importância pratica decorrente da criação de sectores integrativos de segurança na instituição.


Embora seja um estado que vivenciou um longo período de guerra civil e gerou desastrosas consequências, e sendo assim recente os passos dados para uma restruturação politica interna e externa, económica e social, aos poucos vai reunindo todos os factores para se fixar como uma potência regional. Paulatinamente vai ganhando espaço, de modo o que vai implementado e solidificando a sua politica externa.


Angola perfila-se na Africa como uma potencia que tem alguma estabilidade. Tem melhores hipótese do que a Africa do Sul que tem dificuldade que não existem nas ex-colónias portuguesas, nomeadamente o da prosperidade dos solos. Angola é um país rico, que se vê que está com ambição e que tem todos os elementos para a prazo, se transformar numa democracia normal naquela região. A estrutura de mediação e conflito, criada para ajudar a resolver conflitos por meio de diálogo aberto ou restrito, é também um dos instrumentos usados pela SADC para manter a paz e a segurança.

 



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