Luanda - O processo crime contra a ex- euro deputada Ana Gomes para justificar a legalidade do seu império de Isabel dos Santos é uma espécie de fuga da avestruz para frente, porque na verdade não há explicação casuais do surgimento desta riqueza em Angola colocada em Portugal como investimento.

Fonte: Club-k.net


Na verdade a justiça portuguesa peca por abrir o processo crime contra a ex- euro deputada ao invés de abrir processo crime contra Isabel dos Santos porque esta é arguida a vários anos em função das diversas denuncias de praticas de crime feita a respeito do surgimento do seu império como se de cogumelo se tratasse e tudo retirado da empresa publica do estado angolano que é a Sonangol, são estas que deveriam ser objecto de investigação pela justiça portuguesa, oxalá que nos próximos tempos, haja inversão dos termos, porque senão vejamos, denúncias tais como as aquisição das NOS, GALP, EFACEC, Amorim Energy, Eurobic, resultado da compra de baixo preço de mercado do BPN, lavagem de dinheiros, negócios do Hezbollah de Rui Ferreiro, negócios fracassado Continente que resultou no surgimento dos “Candandos”, Unitel Angola, São Tome, Cabo Verde, BFA, numa altura em que Angola é tida como fonte desta riqueza mas que a mesma não é privada, porque obteve directamente de um instituto do Estado incorporado no património pessoal e privado da família Dos Santos.

 

Portugal há muito foi transformado em lavandaria dos dinheiros de Angola o que proporcionou ganhos económicos para a Portugal e hoje sonegam o repatriamento de capitais roubados em Angola em defesa dos embustes angolanos ou luso - angolanos que roubaram deste povo e o maior da justiça portuguesa é de processar todos angolanos que estejam nesta condição e que esconderam milhões nas terras portuguesas já que no país de origem não tem como justificar esta posse.

 

A pergunta que ocorre a todos os angolanos é de saber se Isabel dos Santos é empresaria de onde, nunca trabalhou, mas rapidamente tornou-se numa ‘gatuna’ pública e é, só empresaria na terra dos cegos porque tudo o que possui é propriedade inteiramente do Estado angolano que sofreu uma sangria pelo regime do seu pai, e não havendo outra justificação, a não ser esta que o actual regime ainda esta a ser benevolente e passivo porque um processo de confisco deveria estar a ocorrer em Tribunais internacionais para recuperar os activos e passivos por si controlados.

 

A Isabel já enganou os angolanos só esperemos que não volte a enganar o povo português, lutarem em tribunal por crime de difamação para esconder os roubos milionários é tentar lavar a sua imagem como fez com os dinheiros angolanos e torna-los limpos em Portugal por fraqueza daquele Estado, a moral diz que quem é gatuno em Angola, o é também em Portugal.

 



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