Lisboa - A Casa de Segurança recomendou 82 viaturas da marca GMC Sierra internamente justificadas como servindo para renovação dos meios de transporte da tropa sob sua alçada. As encomendas solicitadas em meados do ano passado, somente chegaram agora ao país e estão concretamente destinadas às atividades da Unidade de Segurança Presidencial (USP) e Unidade da Guarda Presidencial (UGP) cujas antigas viaturas foram declaradas como em estado de avariada e má conservação.

Fonte: Club-k.net

A aquisição das referidas viaturas foram autorizadas por João Lourenço, por via do Despacho Presidencial n.º 109/19, de 2 de Julho tendo autorizado a realização da despesa mediante contratação simplificada pelo critério material. As viaturas foram compradas pela concessionaria MK Motors ao equivalente a 5,6 milhões USD aos cofres do Estado.

 

Segundo apurou o Club-K, esta é a  primeira aquisição do gênero com a entrada de João Lourenco em funções na chefia do aparelho de Estado. Uma das  encomendas a bruto que a Presidência da Republica realizou nos últimos anos,  aconteceu  em 2015 quando o então Chefe da Casa de Segurança, general Hélder Manuel Vieira Dias “Kopelipa” importou 1.034 veículos automóveis que terão sido depois distribuídos para dignitários  alheios ao Palácio Presidencial.

 

A preferencia que se dá as viaturas da marca GMC Sierra é decorrente a facilidade que elas tem para acolher e carregar meios para proteção do Chefe de Estado.

 

Até 2010 a escolta presidencial passou a dispor de equipamentos de alta tecnologia descritos como avançados que requeriam o uso de viaturas da marca GMC Sierra, em substituição dos antigos Mercedes. Quando o Presidente vai a rua, uma das viaturas (cerca de 6 ou 8 viaturas) ao estilo de carrinhas blindades são equipadas com sensor de sinais que em movimento (rápido) distorce sinais de telefones celulares (no perímetro aonde ela passar) e outros aparelhos de telecomunicação para activar ou detectar bugs.

 

A viatura “especial” que acompanha a escolta trás também no seu interior uma câmara móvel que sai pela parte do campão permitindo vigiar o estadista fora dela, quando, este vai sobretudo assistir enterros ou outros cenários. Os aparelhos tem capacidade de desativar os sinais de telefones e outros ao redor impendido com que intrusos ativem explosivos com recurso a estes meios de telecomunicações digitais. 



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