Luanda - O Presidente do Tribunal Supremo, Joel Leonardo revela-se oposto ao papel que Associação dos Juízes de Angola (AJA), liderada, tem desempenhado, em prol da classe de magistrado. Logo após, Leonardo ter assumido a liderança do Supremo, o Presidente AJA, juiz Adalberto Gonçalves solicitou-lhe uma audiência. Joel Leonardo aceitou recebe-lo tendo-o o transmitido que a associação não “é um interlocutor valido”.

Fonte: Club-k.net

Por inerência de função, Joel Leonardo é o Presidente do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ), órgão superior de gestão e disciplina dos Juízes dos Tribunais Judiciais de Angola. Segundo fontes em Luanda, as reservas que Joel Leonardo manifesta quanto a AJA é por esta partilhar objetivos paralelo ao CSMJ, o que as torna como duas concorrentes, em termos de defesa dos interesses dos juízes.

 

Em recentes entrevistas a órgãos de comunicação social em Angola e fora do país, o líder da AJA, Adalberto Gonçalves tem tomado posições criticas a forma de eleição do Juiz do Supremo, como também reformas que no seu ponto de vista “devem permitir a representatividade, mas também a eleição do presidente do Conselho Superior da Magistratura Judicial (CSMJ), feita do topo a base, porque segundo é um corpo único e todos devem dar a sua contribuição na escolha de quem lhes vai representar”.

 

A direção da AJA, deseja ser recebida pelo Chefe de Estado, João Manuel Gonçalves Lourenço para juntos analisarem a situação da justiça. Desde 2017 que tem, sem sucesso pedido audiências ao Presidente da República, para exporem o seu ponto de vista.

 

O Tribunal Supremo era até Outubro passado liderado por Rui Ferreira que destacou-se com discursos de reformador, porém viu-se obrigado a pedir demissão um ano depois da sua tomada de posse devido a escândalos ligado aos seus negócios privados e a expropriação de terrenos de fazenda de cidadãos que lhe moveram queixas. Em sua substituição, entrou Joel Leonardo cujo mandato está ser prejudicado pelas suas debilidades como técnicos as também a dificuldades que denota em trabalhar em equipa. A sua mais recente falha, foi a condução de um concurso fraudulento em que favoreceu o seu amigo, Manuel Pereira a Silva “Manico”, como Presidente da CNE .



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