Lisboa - O atraso que se registrou para a finalização da III reunião ordinária do Comité Central do MPLA, realizada a semana passada foi no seguimento de um “constrangimento” que levou com que o líder do partido, João Manuel Gonçalves Lourenço passasse um virtual “cartão amarelo” ao Secretário para informação do Bureau Político do MPLA, Albino Ramos Carlos “Bino”.

Fonte: Club-k.net

Compilação de comunicado  provoca atraso de  reunião partidária

Ao prepararem se para a fase final dos trabalhos, o porta-voz do partido, como é de praxe, fez a leitura do rascunho do comunicado final da reunião para que os presentes pudessem apreciar e apresentar possíveis contribuições antes do consumo final. Depois de lido, o documento, ao invés de contribuições três dirigentes partidários - Carlos Maria Feijó, Adão de Almeida, e Catarina Manuel Sebastião – pediram a palavra para apontar incongruência no documento. Porém, um outro membro Leonel da Rocha Pinto que ao fazer uso da palavra alertou que no comunicado havia conteúdos que não correspondia taxativamente a posições defendida na reunião.

 

Para dar solução ao “constrangimento” levantado, o Presidente do MPLA chamou o seu diretor de gabinete no partido Adriano Meireles Patrocínio orientando-o a criação de uma “comissão de emergência” constituída por Roberto Victor de Almeida, Carolina Cerqueira, e Marcy Lopes para reparar as incongruências do comunicado final da reunião. Depois de concluído, a “comissão de emergência” entregou o documento ao porta-voz do partido, Albino Carlos para que pudesse fazer a leitura oficial aos órgãos de comunicação social.

 

Segundo apurou o Club-K, a “reparação” do comunicado inicial de Albino Carlos terá consumido cerca de 40 minutos razão pela qual a reunião dos camaradas teve de estender-se até perto das 21horas daquele dia.

 

Formado em comunicação social em Portugal, o porta voz do MPLA, Albino Ramos Carlos é um dos mais categorizados profissionais na área. Apesar de ser uma especialista e acadêmico em ciências da comunicação social, fonte do partido explicou ao Club-K, que o “incidente do comunicado” deve-se ao facto de o mesmo não estar familiarizado a trabalhos de propaganda que a escola do MPLA exige. Albino Carlos sempre esteve ligado a docência e tornou-se chefe da propaganda do partido no poder, no ultimo congresso por recomendação de Luísa Damiao, a vice-Presidente do MPLA.

 

 



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