Lisboa – Uma das filhas do ministro do interior de Angola, Shelsea Laborinho, que regressou a Luanda no passado dia 18, num voo da TAAG proveniente de Lisboa foi mantida em “quarentena domiciliar” como medida de precaução imposta a todos os passageiros que chegaram a capital angolana neste dia.

Fonte: Club-k.net

De acordo com vídeos divulgados pelo jornalista angolano Salú Gonçalves, neste dia, registrou-se um alvoroço a saída do avião, já no aeroporto de Luanda, quando um funcionário do Serviço de Migração de Emigração (SME) priorizou o desembarque de entidades protocolares. O alvoraço terá se agravado e irritado os restantes passageiros quando o oficial do SME, decidiu priorizar a jovem Shelsea Laborinho que reclamava por dores de bexiga gerando descontentamento. Em entrevista a TV Zimbo, a jovem explicou que a incomodo criado foi depois dos passageiros terem se apercebido de que a mesma era filha do general Eugenio Cesar Laborinho, ministro do interior.


As autoridades previam levar todos os passageiros deste dia para o centro de acolhimento em Calumbo, nos arredores de Luanda, porém, face a ausência de condições para receber os diplomatas estrangeiros, decidiram que os mesmos observassem uma “quarenta domiciliar”, comprometendo-se alertar ao serviço nacional de saúde, em caso de algum sintomas depois de 14 dias.


Diariamente o jornalista Salú Gonçalves tem publicado vídeos atualizando a sua condição domiciliar. O politico Abel Chivukuvuku que também esteve no mesmo voo fez sair uma nota de imprensa manifestando cumprimento nas regras importas pelas autoridades. Segundo noticias do Club-K, quem também esta em quarentena domiciliar é Ana Isabel Dias Lourenço, a filha caçula do casal presidencial. Ana observa a sua “quarenta domiciliar” distante do palácio presidencial. Isto é, na casa privada da família no bairro, Alvalade, até completar os 14 dias, tempo determinado pela ciência para se detectar eventuais manifestação do corona vírus.



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