Luanda - As máscaras dos soldados alemães eram as mais sofisticadas da primeira guerra mundial. Dá para acreditar que o país mais desenvolvido e mais rico da Europa regrediu mais de um século? A resposta ajuda a perceber por que o Coronavírus se tornou na maior pandemia do milénio e do século. Os franceses têm um provérbio que diz que o medo da doença mata muito mais do que a própria doença.

Fonte: Club-k.net

Os franceses parecem ter feito um plágio do que diz a Bíblia em Provérbios 24:10, a saber: "Se você ficar desanimado no dia da aflição, sua força será escassa". A bem da verdade, a transitoriedade da vida humana faz com que a emoção suplante a razão, quando o dia aparenta estar a chegar. Os estragos que o Coranavírus está a fazer revela a atitude animalesca da maioria dos políticos mundiais, deveras, são eles os únicos culpados da situação que estamos a viver.

 

O abuso do poder acabou por contribuir para que o vírus se tornasse incontrolável, se os governos jogassem na antecipação tão logo surgiram os primeiros casos, seguramente as medidas de prevenção, que são sempre as mesmas quando há doenças contagiosas, teriam cortado o mal pela raiz. Enraivece ver países altamente industrializados a trocar cínicas acusações por causa de máscaras e ventiladores, aparelhos respiratórios, que eles mesmo têm capacidade de produzir. Quando os governos na Alemanha, EUA, Inglaterra, França, Espanha e Itália querem modernizar os seus exércitos nunca recorrem à China, sabemos por quê. Agora que há vidas em risco, os governos fingem que não sabem onde recorrer para resolver o que eles mesmos minimizaram, realmente nunca fizeram caso porque achavam que os seus países estavam imunizados. Os vírus nem sempre têm cura, é verdade, mas está claro o descaso com que os governos mundiais estão a lidar com a situação, engana-se quem pensa que as grandes nações não sabem como lidar com a situação, nesse momento há mais medo de perder o poder do que em resolver o irritante criado pelo Coronavírus.


É falso que a China é o único país com matéria-prima e indústrias para fazer máscaras e ventiladores, Alemanha, EUA, Inglaterra, França, Espanha e Itália estão na expectativa para ver quanto podem lucrar com a situação, o número de mortes nestes países está longe de chegar perto dos milhões que sacrificaram para o deus da guerra, é por isso que os seus governos fingem que dão o máximo, quando na verdade estão a ser como o crocodilo, que parece lagrimar quando está a comer. Em África, o vírus não incomoda tanto como a vacina que países como a África do Sul aceitaram de bom grado.


O Drogba e o Eto'o que estão a xinguilar não são os mesmos que aceitaram ser cobaias dos clubes europeus em troca de salários milionários? "Quero correr como um negro para viver como um branco", prometeu e está a cumprir Samuel Eto'o. Nenhum deles parou de jogar quando os insultos racistas começaram a virar moda no futebol europeu, nenhum decidiu vir jogar no futebol africano para protestar contra os injustos prémios da UEFA e da FIFA.


Eu tive o prazer de estar mais vezes com Drogba do que com Eto'o, não dúvido do amor deles pelo continente, se Angola tivesse um Drogba talvez nossa guerra civil não demorasse tantos anos, mas agora não tenho motivos para ficar orgulhoso com o comportamento desses dois distintos africanos. Qualquer um deles tem como ajudar a aferir se as vacinas são ou não o que se diz.


Eu prefiro ver África a prevenir para não remediar como os outros continentes fizeram, Drogba e Eto'o eram cérebros do futebol mas o continente tem outros cérebros para dissipar todas as dúvidas relacionadas com essa vacina, o africano não é alma de bronze, como até no continente se esforçam a fazer crer, o implante de coração nasceu na África do Sul sem ajuda externa. Eu aprovo a vacina, se for a panaceia para o continente. Os africanos que estão a seguir a multidão, sobretudo nas redes sociais, são capazes de ajudar a criar uma outra vacina, ou estão mais preocupados em ficar bonitos na fotografia para reafirmar o seu preconceito intectual? Doravante, vos desafio a largar o estilo de vida ocidental para viver como africanos de galinha, ovo, gema, clara e casca. Uns nem sunguilar sabem, vão morrer de tédio em pouco tempo, porque gostam de ser cobaias dos ocidentais.



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