Lisboa – Até a semana passada, o governo angolano sentiu-se irritado com as autoridades cubanas por não terem dado informações sobre o destinado dado a uma ajuda humanitária que o executivo de João Lourenço enviou aquela ilha, no passado dia 18 de Abril, para atenuar as necessidades de bolseiros angolanos em dificuldades devido a crise da pandemia do Covid-19.

Fonte: Club-k.net

Luanda envia ajuda humanitária para bolseiros

Insatisfeitos pela falta de informação, a Associação de Estudantes Angolanos em Havana-Cuba fez chegar uma carta ao governo de Angola lamentando a não recepção da ajuda denominada humanitária na qual ficaram a saber por meios não oficiais, tendo os mesmos questionado o que se estaria a se passar, já que a encomenda se encontrava em território cubano desde o dia 18 de Abril.

 

As autoridades cubanas teriam inicialmente retido os bens para os bolseiros sem no entanto apresentarem justificação aceitável o que causou animosidade da parte do Governo de Angola. Segundo apurou o Club-K, o mal estar atenuou havendo o esclarecimento de que os artigos enviados ficaram retidos, para inspecção e higienização por parte dos cubanos. No passado dia um de Maio a embaixada de Angola em Havana recebeu a encomenda que por sua vez começou a distribuir aos bolseiros.

 

Presentemente os estudantes angolanos em Cuba reclamam pela reposição dos subsídios de bolsas que não recebem desde Fevereiro (3 meses em atraso) constituindo um “grande problema”, uma vez que estão reservas alimentares e perspectiva-se escassez de alimentos em Cuba.

 

O governo de Angola por sua vez reconhece que os produtos que serão distribuídos não são suficientes, pelo que se bate pelo acelerar do envio dos complementos de bolsa.

 



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