Lisboa – São dadas como infundadas, informações partilhadas nas redes sociais pelo militante do MPLA, Valdimiro Diogo sugerindo que o antigo Presidente da UNITA, Isaías Ngola Samakuva foi “forçado a abandonar a residência protocolar onde vivia, durante o seu reinando na liderança do partido”.

Fonte: Club-k.net

“Ouví nos autos que o ex-Presidente da UNITA Isaías Samakuva foi retirado humilhadamente da residência protocolar em que vivia com a família pela então direcção de Adalberto Costa Júnior e que agora vive algures no Benfica”, escreveu o militante.

 

Contrariando as alegações de Valdimiro Diogo, fonte junto ao maior partido da oposição em Angola, esclareceu ao Club-K que após ter terminado o seu mandato, como Presidente da UNITA, Isaías Ngola Samakuva tencionava entregar a “residência presidencial” por considerar tratar-se de um imóvel pertencente ao patrimônio do partido.

 

Numa recente abordagem sobre o patrimônio da UNITA, a comissão politica do partido decidiu por unanimidade que pelos feitos a luta pelo “Galo Negro”, o partido deveria transferir o imóvel partidário para o seu antigo Presidente. Assim sendo, Samakuva não se viu mais na necessidade de deixar o imóvel.

Dossiê imóvel partidário

Desde os últimos anos que a UNITA reclama parte do seu patrimônio que foi apoderado pelas autoridades angolanas ou figuras a si, ligadas, no seguimento do retorno ao conflito armado, na década de noventa.


Até 2012, a UNITA reclamava que no seu todo, o seu patrimônio estava orçado em 95 milhões de dólares que corresponde a soma, em dinheiro de imóveis como sedes e residências dos seus dirigentes, nas principais cidades do país e que foram adquiridos ainda ao tempo de Jonas Savimbi logo após a assinatura dos acordos de paz de bicesse de 1991, o corrido em Lisboa.

 



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