Lisboa - São dados como estando em paradeiro  incerto  cerca de 40 milhões destinados ao fundo disponibilizados ao COCAN. No seguimento das averiguações, o Primeiro Ministro, Paulo Kassoma que coordena o grupo de monitorização orientou o afastamento "discreto" do financeiro do COCAN, Fernando Cunha.


Fonte: Club-k.net


O assunto do desvio  veio a publico através de uma noticia do Semanário Angolense ao que encorajou o  director exectutivo do COCAN, Rui Mangueira a tecer desesperadamente uma carta a justificar impossibilidade de o seu grupo ter acesso as verbas. Internamente, é admitido que o jornalista do Jornal  teve “fonte fidedigna” para ter acesso ao assunto que permanecia em sigilo.


Falta de bilhetes automáticos para o CAN


Altos funcionários do COCAN admitem internamente  falhas que levou aquele organismo a não ter ido a tempo de vender bilhetes electronicos para a partida de futebol na taça das nações que ocorre próximo mês em Luanda. Em alternativa os bilhetes (não electronicos) passarão a ser vendidos através do Banco Africano de Investimento (BAI).


Na entrada do estádio “11 de Novembro” já haviam sido  instalados aparelhos de leituras aos bilhetes electronicos. Entretanto, na  justificação dada publicamente, o COCAN, através do seu director de Marketing, Manuel  Mariano transmite um parecer contrario as  iniciais pretensões.



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