Luanda - De um tempo a esta parte que a sociedade angolana tem assistido de forma impávida, serena e, também, expectante ao "braço de ferro" do Governo angolano com a empresária Isabel dos Santos. Será que se justifica o tratamento dado à filha do ex-presidente da República?

Fonte: Club-k.net

Está provado que Isabel dos Santos representa uma vantagem para Angola. A empresária é uma das que mais investe no país e, consequentemente, que mais empregos proporciona para os jovens.


Bem vistas as coisas, Isabel dos Santos é das empresárias que mais contribui para o país. Não se pode molestar tanto uma cidadã que ao contrário de muitos estrangeiros, apenas trás benefícios ao país. Por muito que não se goste dela, temos que admitir que Isabel dos Santos faz falta ao país e merece o nosso respeito e consideração, já que as suas empresas em Angola contribuem significativamente para o aumento de postos de trabalho, um dos graves problemas enfrentados por Angola.


Nestes tempos em que a falta de trabalho é o principal "Calcanhar de Aquiles" da juventude angolana, desvalorizar a presença do investimentos feitos por Isabel dos Santos séria em Angola é, de todo, ignorar os esforços feitos pelo empresariado nacional para o aumento do emprego.


Não se justifica, por isso, a luta que se faz contra Isabel dos Santos. Ainda que muito se tente associar as suas empresas a um eventual enriquecimento ilicito, deve-se valorizar o facto de o seu dinheiro ser usado para contribuir no crescimento de postos de emprego e na redução do desemprego.


É visível o contributo de Isabel dos Santos no desenvolvimento da nossa economia, através das suas empresas. Razão pela qual não se justifica a ideia de que se deva primar pela constante pressão à empresária. Notícias como as que nos confrontamos nos últimos dias, de um eventual mandado de captura, apenas atentam contra os objectivos da empresária manter o seu foco no investimento em Angola e colocam em perigo o emprego de muitos jovens.


O Governo Angolano deve, desde já, repensar a ideia de "encurralar" a empresária, com notícias que apenas visam as suas empresas e ameaçam o posto de trabalho de muitos angolanos. O apelo vai para a necessidade imperiosa de o Governo Angolano primar pelo diálogo com a empresária, ao invés de enveredar pelo conflito.

 



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