Lisboa - A antiga deputada do MPLA, Welwitschea José dos Santos “Tchizé” e seus sócios angolanos (Álvaro Madaleno Sobrinho e Sílvio Alves Madaleno) ligados ao empreendimento ‘Marina Baía Yacht Club”, em Luanda, chegaram a um entendimento, pondo fim ao um aparente “braço de ferro” quanto a direitos que cada um teria no investimento empresarial que partilham.

Fonte: Club-k.net

A “Marina Baía Yacht Club” é um empreendimento de lazer, cujas instalações na Ilha de Luanda acolhem uma Marina com capacidade para cerca de 90 embarcações, com todos os serviços de suporte à amarração e gestão quotidiana das embarcações.

 

Em finais da semana passada, um representante de “Tchizé” deslocou-se ao espaço ‘Marina’ para fazer movimentação/manutenção de um barco “Yacht” pertencente a antiga deputada tendo sido condicionado ao pagamento de uma factura, pelo ‘parqueamento’ do imóvel marítimo. O funcionário que viu-se contrariado por uma responsável, Joana Dias Madaleno, entendia que na qualidade de acionista/investidora do projecto a sua patroa tinha privilégios ou direitos de ter o seu barco parqueado sem pagar pelo estacionamento, a semelhança de outros socios.

 

No seguimento de um aclaramento entre os sócios do sábado (10) passado, foi admitido que a responsável ou gestora Joana Dias Madaleno desconhecia os acordos existentes entre os investidores da “Marina Baía Yacht Club”, razão pela qual emitiu faturas de cobranças a acionista Welwitschea José dos Santos “Tchizé”. Joana terá entendido que a pessoa que foi ter com ela, estaria a usar um artificio para não pagar a alegada “devida” pelo parqueamento do “Yatch”.

 



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