Luanda – A bastonária da Ordem dos Médicos de Angola (ORMED), Elisa Pedro Gaspar rejeitou a deliberação do Conselho Regional Norte que a destitui do cargo por alegados actos de má gestão consubstanciada no desvio de 19 milhões de kwanzas.

Fonte: Club-k.net

Por via de uma “nota de esclarecimento” , Elisa Gaspar que se encontra de luto pela perca da sua progenitora, alega que tomou nota da destituição pela comunicação social pelo que esclarece que foi eleita “democraticamente para um mandato de três anos (2019 - 20222)”.

 

“As informações que tem sido publicadas não passam de uma tentativa de manipulação da opinião pública para desvalorizar as reformas em curso na Ordem dos Médicos de Angola”, lê-se na nota da destituída bastonária datada de 17 de Outubro, na qual tranquiliza os associados pedindo que “continue em suas funções até ao final do seu mandato”.

 

De recordar que o Conselho Regional Norte da Ordem dos Médicos de Angola (ORMED), suspendeu Elisa Gaspar por 90 dias até que decorrem uma gestão de inquérito para apurar as denuncias sobre alegados desvios de fundos que ela terá cometido conforme acusações que pesam sobre a sua gestão. Segundo apurou o Club-K, a bastonária destituída terá direito a defesa e caso for declarada inocente, poderá voltar ao cargo.

 

De lembrar que esta semana circularam provas documentais de bilhetes de passagem para o Brasil em nome do seu filho Yoroslav de Moura, e sua respetiva noiva que foram pagos pela Ordem dos Médicos. Os documentos contrariam posições de Elisa Gaspar que em entrevista a “TV Zimbo” alegou que nenhum familiar seu trabalha na Ordem dos Médicos.



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