Luanda - A governadora Provincial de Luanda, Joana Lina Ramos Baptista Cândido,  foi alertada que no passado dia 11 de Março, procedeu à nomeação de novos responsáveis distritais para cargos inexistentes no organograma do GPL.

Fonte: Club-k.net

Tratam-se dos cargos de “Administrador Distrital-Adjunto para Área Política, Social e das Comunidades” para o Golfe (Kilamba Kiaxi), Sequele (Cacuaco), e Nova Vida (Kilamba Kiaxi)”. “Os distritos não podem ter Administrador Adjunto para Sector Social, pelo a governadora exonerou uns no cumprimento da lei e nomeou outros no incumprimento da lei”, lembrou uma fonte que acompanha o tema.

 

Segundo a mesma fonte “A lei foi alterada na eliminação dos cargos de administrador distrital Adjunto para sector social pelo que pode ser consultado no novo estatuto orgânico das administrações.”

 

O antigo conselheiro da ERCA, Carlos Raimundo Alberto, que foi o primeiro a alertar sobre o “erro” é de opinião que a governadora Joana Lina deu-se um tíro no próprio pé.

 

Segundo Carlos Alberto que agora dirige um jornal (PORTAL A DENÚNCIA), o número 2 do art.° 108.° do Decreto Presidencial n.° 202/19, de 25 de Junho, parcialmente derrogado pelo Decreto Presidencial n.° 272/20, de 21 de Outubro (que não altera o 108.° do diploma anterior) – Regulamento da Lei da Administração Local do Estado – diz que “o Administrador do Distrito Urbano é coadjuvado por até 2 (dois) Administradores Distritais-Adjuntos, sendo um para questões técnicas e infra-estruturas e outro para os assuntos económicos e financeiros”.

 

Alberto questiona de onde saiu o cargo “Área Política, Social e das Comunidades”, como faz referência o último despacho da governadora provincial de Luanda Joana Lina, tendo sido nomeados os senhores Nerica Vanessa Ferraz, João Queda Sábado e Ariclenes Matias, para o Sequele, Golfe e Nova Vida. “A governadora provincial de Luanda Joana Lina inventou um cargo para acomodar amigos?”, perguntou.

 



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