Lisboa – O decano da faculdade de economia da Universidade Agostinho Neto, Redento Pedro Carlos Maia  é citado, como arrolado em cinco processos que decorrem na Procuradoria Geral da Republica, dentre os quais constam acusações de gestão danosa por uso da instituição pública para fazer negócio consigo próprio. O acadêmico arrendou uma das suas casas a instituição que dirige.

Fonte: Club-k.net

De acordo com apurado, há cerca de quatro anos, a Faculdade de Economia da UAN transferiu as turmas do primeiro ano do curso de economia para a Escola Superior de Hotelaria e Turismo (ESHT), localizada na centralidade do Kilamba. O decano, por sua vez, refez a medida decidindo transferir os estudantes para um espaço (residência privada) na vila do Kikuxi, arredores de Luanda, que passou a ser designado por “Polo II Kikuxi”.

 

A residência em causa, segundo a denuncia remetida a PGR, pertence ao próprio decano Redento Carlos Maia, e é gerida pela sua esposa. A Faculdade de Economia paga mensalmente renda ao decano da faculdade, razão pela qual na denuncia enviada a procuradoria, o acadêmico é acusado de estar envolvido em actos de probidade pública.

 

Para além do arrendamento da sua residência, o decano é igualmente acusado de ter contratado uma empresa ligada aos seus interesses para realizar serviços de limpeza na Faculdade de Direito. Para este negócio, segundo apurou o Club-K, é igualmente implicada uma alta funcionaria, Maria da Gloria Kahuti Canguia, que exerce as funções de chefe de departamento das finanças da referida faculdade da UAN.

 

 



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