Maputo - Há poucos dias, num espaço “noite informativa” da STV de Moçambique dizíamos que quando o Presidente de Angola, João Lourenço declara no seu discurso de perdão as vitimas do 27 de Maio de 1977, que "Não é hora de nos apontarmos o dedo procurando os culpados", o Chefe de Estado está por outro lado a transmitir que não será ele a julgar o Presidente Agostinho Neto pelos excessos ocorridos a 44 anos, no país.

Fonte: Club-k.net

O Presidente João Lourenço vai deixar este dossiê inconclusivo com a não criação de uma comissão da verdade para se apurar as circunstancias dos desaparecimentos e mortes nestes massacres.

 

Não será com João Lourenço que os angolanos irão presenciar a abertura dos ficheiros da extinta DISA para se saber como o elemento A ou o B morreram e quem os matou. Em outras palavras, concluímos que o Presidente Antônio Agostinho Neto fica na historia como o responsável pelas milhares de mortes no 27 de Maio, e perseguições que duraram dois anos, o Presidente José Eduardo dos Santos fica na historia como o líder que pôs termo a pena de morte, em Angola, e cessou com as perseguições contra os suspeitos do 27 de Maio. O Presidente João Lourenço fica na historia como o Chefe de Estado que pediu perdão e distribuiu as certidões de óbito.

 

O futuro quarto presidente de Angola e sucessor de João Lourenço, será o líder que irá criar a comissão de verdade e colocar a imagem do Presidente Neto no “banco dos réus”, em busca da verdade. A nossa analise esta no espaço de 1h50min deste vídeo, ou seja últimos minutos do debate (

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