Luanda – Estão a ser dadas como consistentes frequentes denuncias indicando a existência de cerca de 700 embarcações chinesas que estarão a pescar ilegalmente em águas angolanas. A ocorrência é apontada como a razão principal de uma escassez de peixe no país.

Fonte: Club-k.net

De acordo com explicações, o fenômeno de razia que esta acontecer em águas tem como principal causa o facto de a Marinha de Guerra não dispor de um único navio patrulheiro operacional. Os barcos da polícia fiscal estão todos avariados mas também considerados como “chatas” sem capacidade de entrar em alto mal.

 

O Ministério da Agricultura e Pescas também não dispõem de embarcações para controlar o fenômeno. Segundo fontes do Club-K, “Os chineses descobriram isso e então invadiram toda o território marítimo angolano, porque sabem que não há fiscalização”.

 

As embarcações usadas pelos invasores são descritas como “navios arrastão/fábricas”.

 

Há relatos de que os mesmos “Dão-se ao luxo da andar armados e quando alguma embarcação de pescadores angolanos se aproxima das redes deles, abrem fogo com Akm's.”

 

Os navios Fábrica/Arrastão, ficam em mar mais de 4 a 6 meses seguidos. Pescam, depois o próprio navio embala e congela fazendo transbordo para outros navios transportadores que levam directamente para China. As contabilidades apontam que os mesmos têm mais de 300 arrastões a operar e mais de 400 navios de cerca, o que contabiliza 700.

 

Os referidos navios não tem licença e há a percepção generalizada de que a República de Angola não tem nenhum barco com capacidade de ir ao alto mar fiscaliza-los.

 



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