Luanda - Caso inédito na história recente de Angola, a proposta do Presidente da República está sendo combatida pelos deputados do seu partido na Assembleia nacional.

Fonte: Club-k.net

Dirigentes angolanos e certos intelectuais do partido no poder, apresentam argumentos fora do contexto, tentando convencer a inutilidade do Ciclo Eleitoral da Diáspora.


Os angolanos da diáspora são angolanos como outros, trabalham duramente para enviar dinheiro aos seus familiares, alguns criaram pequenas empresas, empregando milhares de angolanos, pagam impostos e participam na Renda Nacional.


Já que são "doutores em economia" os melhores do mundo, perguntam os bancos angolanos, as agências de transferências bancárias como Western Union, MoneyGran, entre outras (sem esquecer as transferências privadas fora do circuito bancário) quanto dinheiro a diáspora enviou para Angola no ano passado? Milhões(!) em moeda americana. o contrário é o que vocês fazem.


A diáspora envia o seu dinheiro ganho pelo suor para Angola enquanto os dirigentes angolanos desviam o dinheiro do erário público para guardar nos bancos estrangeiros, mas quém é o patriota na verdade?


No tempo da guerra, a diáspora ajudou muito o estado angolano, enviando para Angola automóveis vulgo candongeiros, auxiliando os serviços deficientes dos transportes naquele tempo. Também foi a diáspora angolana que edificou os bairros Palanca, Sapú, Mabor, CAOP/Viana, Rocha Pinto, Petrangol, Kalemba II, etc.


Eu, angolano vivendo na diáspora, tenho um NIF e pago meus impostos, porque não posso votar? No meu caso, somos centenas ou mesmo milhares que criámos pequenas empresas que nunca funcionaram ou funcionam parcialmente por causa da pesada burocracia do estado. Porque não teremos direito de escolher um deputado que vai nos defender melhor no parlamento?

Gostaria ver estes "pseudo-intelectuais sem consciência" vir explicar aqui na diáspora porque razão não podemos votar, vão ver se os "Atuns" não serão grelhados vivos.


Maldita seja a bancada maioritária!

 



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