Lisboa - No âmbito da existência de batalhões ou contingentes “militares fantasmas” alistados em folhas de salários de estruturas militares, as autoridades angolanas são referenciadas como pretendendo desfazer-se de um “batalhão clandestino” integrado por antigos combatentes das extintas forças armadas da UNITA.

Fonte: Club-k.net

De acordo com informações plausíveis, trata-se concretamente de um grupo de ex-combatentes que ao tempo do conflito armado faziam parte de uma reserva do antigo líder da rebelião armada, Jonas Savimbi, a quem a sua entourage tratava por “Tropas Especiais de Elite-Sentinelas do Povo”.

 

Até aos 13 do corrente mês, este “batalhão fantasma” era acompanhado por um coronel identificado por “Maya” coadjuvado por um Major chamado Chissingui, ambos pertencentes aa Secreta Militar.

 

Os seus efectivos eram desdobrados em cinco unidades a que designam como colunas sendo:
1/ Coluna Pantera Negra, Comandante – Horton David;
2/ Coluna Pátria Livre, Comandante – Venâncio;
3/ Coluna Raios do Sol, Comandante – António Docas Kaiombo;
4/ Coluna 6º Regular Dragões do Deserto, Comandante – Rodrigues Zua;
5/ Coluna 4º Regular dos Salgas, Comandante – Manuel Jeremias.

De acordo com apurações, no passado dia 14, o novo Ministro de Estado e Chefe da Casa de Segurança do Presidente da República, Francisco Furtado presidiu uma reunião com os responsáveis do dossiê da desmobilização das ex-FALA, FAPLA, ELNA, Oficiais da Fundação 27 de Maio e Katangueses da unidade dos (Comandos Tigres) para determinarem os moldes do atendimento (desmobilização) e a concentração dos mesmos.

 

No seguimento deste encontro surgiram rumores segundo as quais uma corrente do regime propõe que antes de do desmantelamento do contingente “Sentinelas do Povo”, os mesmos sejam primeiro apresentados como “abandonados pela UNITA e rendidos ao MPLA”.



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