Lisboa - O líder do novo projecto político ESPERANÇA Mfuca Muzemba, que se encontra em digressão pela Europa (França, Suíça e Portugal) reuniu-se este final de semana com representantes da diáspora angolana radicada na cidade francesa Lyon, que manifestaram aborda-lo sobre nossos desafios no processo de desenvolvimento de Angola.

Fonte: Club-k.net

Consta que durante o encontro, os participantes levantaram inúmeros problemas e dificuldades por que passam, no que diz respeito a regularização dos seus registos de angolanidade, bem como a alegada ausência das autoridades consulares angolanas em algumas situações que os angolanos em Lyin enfrentam sobretudo quando um dos seus membros são presos.

 

Os mesmos participantes saudaram a iniciativa do Presidente João Lourenço, aquando duma visita na Europa em que depois de auscultar os representantes da Diáspora orientou uma comissão interministerial, para visitar maior parte dos países Europeus onde podiam facilitar o registro massivo de angolanos com situação irregular.

 

Lembraram que a referida comissão somente trabalhou em dois países, nomeadamente, Portugal e Holanda, pelo que pedem a continuidade dos trabalhos da mesma, uma vez que já que muitos angolanos ficam sem poder trabalhar por não possuírem documentos, bem como ficam condicionados de visitar Angola, sem documentos.

 

Num outro momento do debate, Mfuca Muzemba encorajou os participantes e toda diáspora a se mobilizar para captarem parceiros de negócios e investigadores para investirem em Angola sendo que se precisa alavancar a economia e se criar milhares postos de emprego.

 

O país segundo Mfuca Muzemba precisa “muito da vossa ajuda, do vosso empenho e experiência para o processo de desenvolvimento”. O preletor considerou de muito vantajoso a construção do metro de superfície de Luanda mas mostrou preocupação porque no seu ponto de vista “quem vai fazer o metro é uma empresa estrangeira, quem vai garantir a gestão é uma empresa estrangeira e os mesmo é que vão ficar com a manutenção e no fundo tudo ficará mais vantajoso para os estrangeiros que vão levar muito dinheiro”.

 

“Seria bom que as autoridades angolana fizessem um recrutamento de mão de obra angolana junto da Diáspora que têm formação e experiência em trabalhos de metros de superfície, quer para a fase de construção e quer para de manutenção e gestão, porque aqui a vantagem é que os angolanos não ganham só usando o metro mas também ficam com ganhos económicos”, disse.

 

Neste encontro que durou aproximadamente três horas, não faltou questionamento sobre o lançamento do partido ESPERANÇA, em que os participantes saudaram, não só porque entendem que ajuda amadurecer o processo democrático como também vem de jovens com uma boa visão de angola.

 

Por último, Mfuca Muzemba, reiterou que o país clama a participação de todos os seus filhos, pedindo maior união entre os angolanos em toda Diáspora, bem com disse que o espírito de amor a pátria não pode desaparecer. “O tempo é de os jovens sonharem e agir. O ESPERANÇA é isso”, concluiu.

 



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