Luanda - Sempre alertei em várias paragens virtuais e em certos encontro de trabalho, sobre a importância da responsabilização dos militantes que, instigam (vam) a discórdia e promovem a intriga no seio do Partido e sobretudo na maior praça eleitoral do país (Luanda). Infelizmente, ouvidos de quem pode/podia dar um basta sobre estes e outros assuntos, mantiveram-se surdos e um olhar impávido sobre estes comportamentos reprováveis e perigosos.

Fonte: Club-k.net

Ontem, fomos os castigados por essa gente insaciável e podre até aos dentes, que infelizmente os seus cérebros continuam pior que à de um mosquito e hoje quase que, não medem esforço nem espaço para atacar todo e qualquer dirigente que não é da sua "linhagem ou conveniência".

Temos dito repetidas vezes e incansavelmente que, um falso militante não fala, insinua. Não conversa, promove intriga. Não elogia, adula. Não deseja, cobiça. Não colabora, interfere constantemente. Não participa, se infiltra para ser visto. Não sorri, mostra os dentes. Não caminha, rasteja pela vida para sabotar a felicidade alheia e sobrevivendo de seus restos.

Meus inestimáveis camaradas e combatentes da firme trincheira, sabemos todos que, a fofoca pode destruir muitas coisas, inclusive todo um esforço e dedicação feito e alçado com suor e sacrifício. Ela espalha a discórdia e o veneno e acaba se sobressaindo aos sentimentos dos bons militantes. Às vezes, não há a intenção de fazer mal, mas ela, por si só, já o faz. Uma pequena fofoca ali e outra acolá já são mais que suficientes para causar males incuráveis!

Recordo-me que, durante a realização do II CONSELHO NACIONAL DE DISCIPLINA, decorrido em 20 de Novembro de 2020, sob o lema “Reforçar a disciplina e ética partidária, para melhorar o que está bem, corrigir o que está mal”, a Vice-Presidente no seu discurso de abertura, havia encorajado a Comissão de Disciplina e Auditoria, a ter um papel cada vez mais actuante, forte e sólido na sua missão de garante do cumprimento dos estatutos do MPLA e demais documentos que regem a vida interna da nossa orgulhosa e vitoriosa organização política e dos seus militantes, aos mais diversos níveis. A Comissão de Disciplina e Auditoria do Comité Central, enquanto organismo encarregue de velar a nível nacional pelo cumprimento das disposições constitucionais, legais, estatutárias e regulamentares que regem o Partido, tem ainda outros grandes desafios, desde o asseguramento da disciplina e democracia interna, das liberdades de opinião, de expressão e pensamento, sem que, necessariamente o exercício de tais direitos ou prerrogativas venham a resvalar-se em violação das regras contidas nos diplomas acima referidos, fim de citação.

Não obstante, a camarada Vice-presidente, voltou arrebatar o seguinte e cito: "o trabalho da Comissão de Disciplina e Auditoria deve pautar-se pela lisura, transparência e sentido pedagógico. Devemos todos apoiar e respeitar o trabalho desenvolvido por este organismo nacional do Partido".

Neste capítulo, a ilustre figura, chamou mais uma vez a devida atenção aos coordenadores da Comissão de Disciplina e auditoria, no sentido de serem mais rigorosos e atuantes em aspectos que comprometam a unidade e disciplina no seio do partido e concomitante, exorta aos militantes no geral, no sentido de observarem, cumprirem e fazerem cumprir com as normas estatutariamente definidas.

Em gesto de unidade e coesão que sempre nortearam a mística do "M", a figura número dois do MPLA, teceu as seguintes declarações: "devemos todos contribuir para que continuemos a ter um Partido cada vez mais forte e sólido, a fim de vencermos os desafios do presente e do futuro, respondendo aos anseios e aspirações do povo Angolano. Neste sentido, precisamos de reforçar a disciplina interna que sempre caracterizou o MPLA ao longo da sua árdua trajectória de lutas e vitórias. Estimados camaradas; Nesta magna reunião, a Comissão de Disciplina e Auditoria do Comité Central, não deve limitar-se apenas analisar a organização e funcionamento das Comissões de Disciplina e Auditoria, o respeito pela quotização e contribuições no Partido, a instrução de processos partidários e consequente aplicação de sanções partidárias, ou ainda as Auditorias, o contencioso e assistência jurídica, mas deve também avaliar o grau de cumprimento da Constituição da República de Angola, enquanto lei magna que rege a vida do nosso povo, as regras de moralidade pública e o escrupuloso cumprimento da função ou cargo para o qual o militante dirigente tenha sido indicado, conforme estabelecido nos Estatutos do MPLA e demais diplomas infra estatutários. Gostaria de recordar, excertos da Intervenção do Camarada João Lourenço, Presidente do MPLA, proferido no discurso de abertura da VI Reunião do Comité Central, quando disse e eu cito: “Não basta termos um bom programa, bons estatutos. Importa que a nossa prática, a nossa atitude, enquanto Partido, esteja em conformidade, alinhada com o conteúdo dos documentos que aprovamos em Congresso ou a outro nível de direcção”. Fim de citação.

Infelizmente, muitos dos nossos militantes e alguns quase dirigentes, insistem persistente na violações destes discursos orientadores, contrariando em colocando em causa o lema adotado pelo nosso Partido (Melhorar o que está bem e Corrigir o que está bem).

E devo aqui, mais uma vez recordar a frase da Camarada Vice-presidente Dr. Luísa Damião, quando dizia que, vivemos tempos novos, aonde se exigem mudanças radicais de mentalidade, de comportamentos e de atitudes, se quisermos, uma nova postura na forma de ser e estar, assumindo assim, as nossas responsabilidades com disciplina e ética. Aliás, temos uma humanidade em comum, isto torna-se claro quando entende bem, não exclusivo Os militantes, amigos e simpatizantes do MPLA, na sua acção político-partidária precisam de conhecer e aplicar, no seu quotidiano, o conteúdo do código de ética partidária.

Para terminar, apelo mais uma vez aos militantes, amigos e simpatizantes do MPLA, no sentido de absterem-se das fofocas, calúnias, difamações e toda uma prática que coloca em causa a reputação e o bom nome de outrém e sobretudo aquilo que são os princípios e valores defendidos até aqui pelo nosso glorioso Partido e condenarem veementemente aqueles que assim assim procederem.

 

 



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