Luanda - Há longos anos, ao serviço da educação. Há longos anos, particularmente, ao serviço da língua portuguesa, a “pátria” de mais 260 milhões de falantes (meus compatriotas).

Fonte: Club-k.net


Através do quadro, que podem ver ao fundo, é possível terem uma pequena noção da posição dos pronomes pessoais: ênclise, próclise e mesóclise.


Graças a Deus, a tenho materializado parte da minha missão, neste mundo.
Quanto a alguns feitos, deixem-me dizer que:

1. Já contribui para a formação de muitos quadros angolanos;

2. Já redigi cartas e documentos oficiais, a pedidos de muitos;

3. Já corrigi e melhorei muitos textos, por minha iniciativa e a pedido de pessoas necessitadas de ajuda.

4. Já escrevi um discurso, que foi lido na Assembleia Nacional.

5. Já dei muitas explicações sobre pronominalização e formas de tratamento. 6. Em Portugal, já corrigi os erros de muitos colegas meus, africanos e português, que me agradeciam pela minha boa intenção. Nas provas, orais já recebi elogios de dois docentes, pela correcção dos textos dos meus textos e pela ortografia.

7. Em Portugal, já fiz testes de Língua Portuguesa, escrito e oral, como condição para a obtenção de equivalência do 12.°, visto que no meu certificado angolano estão descritos disciplinas relacionadas com o Marxismo-Leninismo.

8. Já escrevi dois livros sobre língua portuguesa - “Ensaboado & Enxaguado” e “Amor ao Próximo”,. O primeiro foi um dos mais divulgados e vendidos em Angola, quer pelo seu conteúdo interessante, quer pela estratégia de marketing, então traçada pelo autor.


9. Já dei muitas entrevistas sobre questões de línguas portuguesas aos diferentes meios de comunicação social. Aliás, já fui colunista dos semanários, “Novo Jornal” e o “A República”. Entretanto, em directo, em canais de rádio e de televisão, algumas pessoas mal intencionadas formulavam-me perguntas sobre questões língua portuguesa, na expectativa de eu errar ou não poder responder acertadamente e, assim, publicamente, perder a credibilidade e consideração do público, em particular a dos meus leitores.


10. Embora não tivesse sido formado em Língua Portuguesa, concorri para a função de professor dessa cadeira, no PUNIV, disputando com candidatos formados em Língua Portuguesa, no INE, tendo eu, formado na Escola -Político Militar - “Comandante Gika”, obtido a melhor classificação. Foi um grande motivo de satisfação e de orgulho! Professora Anabela Cadete, que Deus a tenha em paz!

11. Presumo que tenha mais livros sobre língua portuguesa do que muitos formados nessa nessa área. Adquiri alguns em Angola e outros em Portugal (Lisboa) e Brasil (Rio de Janeiro e São Paulo).


12. Embora actualmente não esteja a leccionar em qualquer estabelecimento de ensino superior, tenho dado aulas em empresas públicas e empresas privadas vocacionadas para dar formação. Sinto-me tão à vontade para ensinar, facto que me faz dispensar anotações.


13. Através das redes sociais, tenho escrito muitos textos, corrigindo erros de locutores, apresentadores, jornalistas, juristas, economistas, médicos, na qualidade entrevistados e comentadores. Alguns reagem mal à minha boa intenção, porque não gostam de ser corrigidos, conquanto critiquem frequentemente os governantes e os gestores de empresas públicas. Que incongruência! Contudo, há muitas pessoas bem educadas e modestas, que agradecem pela correcção do que dizem. Ínsito em corrigir pessoas arrogantes e meros papagaios, visto que se limitam a reproduzir os erros de alguns jornalistas e comentadores de programas audiovisuais portugueses.

Ah, se em Portugal, não houvesse livros e rubricas de programas de rádio e de televisão sobre correcção de erros de Portugal!... Ah, se, para os meu compatriotas, eu não tivesse escrito os dois livros de língua portuguesa e não tivesse espaço nos meios de comunicação social angolanos!... Com certeza, continuaríamos a ouvir e a ler diversos erros, tais como “retunda”, ao invés de “ROTUNDA” e “quedas pluviométricas”, substituindo a palavra “CHUVA”.

Caros leitores, quem o quiser, esteja à vontade para desmentir ou contestar um dos pontos mencionados.

Deus, obrigado por tudo! Obrigado pela protecção e pela inspiração!

Caros leitores, recebam um beijo e/ou abraço deste compatriota, há anos ao serviço da nossa “pátria”, a Língua Portuguesa”.

✍🏽 José Carlos de Almeida
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05.08.2021. 00.47



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