CARTA DE ESCLARECIMENTO

A quem o interesse desta nota convir,
Vem ALEXANDRE NETO SOLOMBE esclarecer o seguinte:

Excelências!


De há um tempo a esta parte abundam informações no espaço público (redes sociais) retomada de sítios de internet envolvendo o nome do senhor Alexandre Neto Solombe, sobre uma alegada gestão da associação, no período de tempo que vai de 2013 à 2017. Constam entre outros aspetos, implicações no funcionamento da atual direção do MISA-Angola.


E sobre o assunto devemos esclarecer:


1. O mandato no MISA-Angola é de duração de 4 anos. De modo que eleita em 2013 a direção passada deveria cessar funções em 2017, com a tomada de posse duma nova direção.


2. Contudo, quando se afigurou oportuno, o presidente da Mesa da Assembleia Geral procedeu a duas convocatórias, as quais responderam 5 membros na primeira e 2 membros na segunda (o presidente de então e o presidente da Mesa da Assembleia Geral).
Existem documentos que atestam os procedimentos preparatórios, como o aluguer da sala (UE-união dos escritores); e a publicidade paga, emitida por uma das rádios.

3. Desde então, não houve nenhuma notificação de nenhum outro passo dado. Não houve uma outra comunicação apropriada sobre a realização duma Assembleia que “elegeu”uma nova direção.
É aqui onde reside a dificuldade de entender as coisas.
Não se convocam as pessoas através de ligação telefónica, estando a putativa Assembleia em pleno curso.

4. E as consequências estão à vista de todos, não podendo a antiga direção do MISA servir de justificativo de fracassos, incluindo um tal acesso as suas contas bancárias.


À título de exemplo, para aceder a coordenadas bancárias, é muito simples:
-fazer prova da capacidade jurídica, assim como a legitimidade do cargo ocupado, com documentos comprovativos, perfeitamente ao alcance de todos.

5. Não é justo que 2-3 anos depois de exercício de funções, seja o antigo responsável do MISA a quem se pretenda imputar culpas.
Lamentamos que seja este o caminho escolhido.

6. No contexto difícil de então, a antiga direção, regozija-se do facto de nunca acusado ninguém, ter registado feitos como levar a marca MISA às províncias fora de Luanda; participado da constituição dos pressupostos do nascimento da CC (Comissão da Carteira); produzido relatórios de supervisão de desempenho da Media em Angola (radio e jornal nas suas 3 edições), concretizando parte do contrato celebrado com o OSISA, a quem apresentou faturas dos gastos pelos serviços contratados à terceiros (como seja a estatística). Esta informação seria prestada a Assembleia, tivessem chegado aos destinatários as devidas convocatórias. Isto não aconteceu.

7. A antiga direção sucedeu duas precedentes, sem que alguma vez usasse do ataque contra quem dirigiu a associação em reclamação de seja o que fosse.

8. O MISA que conhecemos é também um organismo de diplomacia.

9. O MISA-Angola não tem escritório próprio.

Luanda, 8 de Setembro 2021


PATRIMÓNIO DO MISA-ANGOLA/Arrolado:

-3 PCs/Laptops (distribuídos);
-1 PC (desktop);
-3 PCs (sistema operativo DOS);
-Conta bancária no BFA


C/ atenção
A.Solombe

 



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