Luanda - “A mendicidade material luxuosa ou desnecessária prejudica a imagem das mulheres mendigas. Em muitos casos, ela torna-se um vício, do qual raramente se libertam”.

 

Fonte: whatsapp

Há muitas mulheres jovens e lindas, que podiam ter uma relação afectivas bem sucedida com homens interessados em formar uma família com elas. Contudo, preferem viver num mundo adornado de mandriice e malandrice. Com efeito, preferem viver num mundo de luxo carregado de imoralidade. São incapazes de viver de acordo com as suas possibilidades.


Em consequência, tornam -se autênticas mendigas. Mendigam dinheiro e bens materiais a diversos homens, que considerem capazes de satisfazer as suas necessidades de manter a presumível “boa imagem”. Na verdade, é uma sórdida imagem! Infelizmente, elas não sabem (às vezes sabem mesmo) que muitos homens se gabam da sua masculinidade e dos facto de se terem envolvido com mulheres lindas e famosas. Quanto mais bonita e famosa, maior é a sua alegria. Diz-se “Em troca do meu dinheiro, ganhei um ‘troféu sexual’. Na área, mato no peito e remato para a baliza e marco golo”.


“A Cicrano, estavas a ver aquela posição? Já passei lá o pincel”. É o mesmo que as mulheres fazem, quando querem se gabar do facto de serem muito desejas. Revelam os nomes de homens de importância política, económica ou social que as galanteiam ou que, simplesmente, lhe oferecem um cartão com menção dos seus contactos.


Continuando, sobre os momentos de glória dos homens, alguns até chegam a fazer apostas sobre quem vai “comer” primeiro a “Fulana Formosa” ou a “Beltrana Famosa”.


As mulheres mendigas de luxo (as MML) precisam de procurar um/a psicólogo/a para as ajudar a se livrar desse mau hábito. Muitas delas, mesmo não tendo grandes dificuldades financeiras, preferem viver com base numa mendicidade doentia, comparável cuja linha de distinção com a prostituição é ténue. Essas mulheres se não o quiserem dificilmente se livrarão desse modo de vida. Mesmo tendo a sorte de terem um homem que as acolham matrimonialmente ou em união de facto, elas continuam mendigas, o que coloca os seus parceiros numa situação constrangedora ou de desconfiança permanente.


Entretanto, outras mulheres mendigas viverão sozinhas, pois, quando puserem os pés bem assentes na terra, querendo formar um lar, as pessoas à sua volta poderão desaconselhar os homens interessados em ter uma séria com elas. Nesses casos, “ingenuamente”, poderão dizer “Infelizmente, não tenho sorte no amor!”. Na verdade, não se trata de ter ou não ter sorte no amor.


Quando uma pessoa, em particular uma mulher apresenta bens que não sejam adquiridos com base nos seus rendimentos, qualquer pode fazer-lhe as seguintes perguntas:
1. “Fulana, quem te/lhe deu esse dinheiro ou esses bens? Furtaste-os? Roubaste-os?”;
2. “Beldade, por é que te deram esse dinheiro? O que é que fizeste para que ele to dessem?”.


O Salu Gonçalves, grande figura da comunicação social e da música fez uma espécie de chamada de atenção sobre as MML. Contudo, foi criticado! Há factos que são óbvios, pelo que dispensam investigação.


A mendicidade material luxuosa ou desnecessária prejudica a imagem das mulheres mendigas. Em muitos casos, ela torna-se um vício, do qual raramente se libertam, devido à concorrência frívola entre algumas mulheres bonitas e/ou famosas. A vida das mendigas de luxo e o seu passado negro tornam-nas mulheres desconsideráveis em termos de dignidade para serem aceites como esposas ou companheiras confiantes.


Caros/as leitores/as, tomemos em atenção a seguinte situação comparativa. Analisemos o facto de um empresário desonesto para com os seus sócios e fornecedores. As pessoas prejudicadas que venham a tomar conhecimento da possibilidade de ele estabelecer parceria com uma “pessoa inocente” acabam por dissuadi-la a materializar a sua intenção. O mesmo acontece em ralação às mulheres (mas também aos homens). Qualquer união de facto ou conjugal pressupõe a existência de um projecto de família. No entanto, é difícil ter projecto de família com uma mulher que prefira abraçar o mau hábito da mendicidade de bens com sabor e cheiro a sexo.


Entretanto, se analisarmos bem, essas mulheres mendigas não gostavam que alguns homem da sua família, nomeadamente, filho, irmão e primo, se casasse com uma mulher viciada na mendicidade de luxo, ainda que a mulher em causa seja sua grande amiga. É verdade ou é mentira? Nesses casos de recusa e de indignação, a mulher indignada pode pensar ou chegar mesmo a dizer “Essa gaja é que vai se casar com o meu querido irmão? O filho de sacrifício dos meus pais?! Nem pensar!... Está amarrado!”.


Raramente, os homens têm actos de caridade para com as mulheres bonitas e/ou famosas. Por outro lado, salvo as devidas excepções, não é habitual as mulheres bonita e/ou famosas se envolverem com homens que não tenham boas condições financeiras. Porquê? Caro/a leitor/a, responda a esta pergunta. Por favor, não deixem de reagir. Vou compilar e divulgar algumas reacções, preservando o anonimato. Estejam à vontade.


Caros/as leitores/as, este texto serve apenas de reflexão. O autor não pretende ser uma moralista sem moral. É meramente um ser social bem atento à realidade social e é um pensador sobre o mundo que os rodeia. Nas suas meditações, ora se inclui. Ora se exclui.


Devemos começar a educar as nossas filhas sobre a necessidade de lutarem pela vida, trabalhando e/ou estudando para que tenham expectativa de ter uma vida melhor. Isto é, sem que sejam dependentes de uma “esmola com cheiro e sabor à desejo sexual.



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