Luanda - 1. Gostava que o governo angolano olhasse para as nossas crianças como soldados do exercito de combate aos nossos inimigos perigosos - ignorância, analfabetismo, incompetência e vandalismo. Assim, as crianças abrangidas para o cumprimento do serviço militar obrigatório, entenda-se actividade escolar obrigatória, devem ser enquadradas, de modo a que o exército tenha êxitos.

Fonte: Club-k.net

2. Os nossos combatentes precisam urgentemente de quartéis bem equipados (escolas). Precisam essencialmente de material bélico, (composto de livros (dicionários e gramáticas) lapiseiras, lápis, borrachas, réguas, esquadros e transferidores). Os instrutores do exército precisam de meios de trabalho (réguas, esquadros para serem usados em quadros, globos e mapas e imagens com corpo e esqueleto humanos para instruirem bem os soldados).

3. Os bons comandantes criam condições para que os combatentes vençam a guerra. É preciso que o governo crie uma indústria e uma agricultura para apoio ao exército.

4. As nossas aldeias estão a ser atacadas pela ignorância. Os municípios, pelo analfabetismo. As cidades, pelo vandalismo. A incompetência, um inimigo destruidor, agride fortemente o nosso País. Mas o generais não fazem o necessito para se poder recrutar os combatentes pequenotes, que são capazes de garantir uma “estabilidade intelectual e comportamental” de Angola.

5. Que haja generais que se preocupem com a paz e do “bem-estar intelectual” do povo.

6. Temos de combater até a exaustão. Até erguermos bem alto a bandeira do Iluminismo. Temos recursos para criarmos um exército forte e invejável. Tudo depende da boa estratégia dos governantes e dos generais, mas sobretudo da visão do comandante-chefe.

7. Infelizmente, desde que começou a guerra, muitos dos nossos combates não têm as armas necessárias para combater os nossos inimigos. Nessas condições, como pode o comandante-chefe ter expectativa de vencer a guerra, permitindo, assim, que Angola se desenvolva?
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joseca_makiesse

 



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