Lisboa – O executivo do Presidente João Manuel Gonçalves Lourenço, está sendo identificado, em habilitadas apreciações de consultoras internacionais, como a entidade que submeteu o “profile” de dois ex-colaboradores de José Eduardo dos Santos, para que os seus nomes fossem sancionados pelo Tesouro dos Estados Unidos da América. Os visados são Hélder Manuel Vieira Dias “Kopelipa” e Leopoldino Fragoso do Nascimento.

Fonte: Club-k.net

MANUEL VICENTE BENEFICIA DE PERDÃO PRESIDENCIAL

De acordo com apurações, a inclusão dos nomes dos dois generais reformados resultou de um trabalho assessorado pela lobista norte americana Squire Patton Boggs, a quem a Presidência da República de Angola, renovou em Junho passado um contrato de pagamento de USD 3,75 milhões por ano, contra USD 2,5 milhões no ano passado, mas ainda abaixo dos USD 4,1 milhões do contrato original de 2019.

 

Os trabalhos da Squire Patton Boggs, foram consubstanciados no assessoriamente a Procuradoria Geral da República de Angola que por sua vez, submeteu um volume de documentos indicando como os dois generais, em associação com o empresário Chines Sam Pa defraudaram o Estado angolano através de fundos da linha de credito da China criando o CIF – China International Funds.

 

Manuel Domingos Vicente, a figura que introduziu Sam Pa no antigo circulo presidencial, não foi implicado neste processo, em obediência a um perdão que tem beneficiado do Presidente João Lourenço.

 

Para além de estarem sancionados pelo tesouro, os dois Hélder Manuel Vieira Dias “Kopelipa” e Leopoldino Fragoso do Nascimento, tem igualmente os seus nomes num outro processo, movido por duas ONG (Transparência Internacional e Friends of Angola) nos termos da Ordem Executiva 13818, da lei Magnitsky, que pune entidades de todo o mundo envolvidas em corrupção ou violação dos direitos humanos.

 



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