Lisboa – A nova lei que permite os juízes e procuradores angolanos de ficaram com 10% dos bens e patrimônio aprendidos pelo Serviço de Recuperação de Ativos da Procuradoria-Geral da República (PGR), está a dar azo a cerradas disputas no seio de magistrados para apropriar-se de residências confiscadas a antigos membros do regime.

Fonte: Club-k.net

Em meios da magistratura corre que o Coordenador da comissão instaladora do Tribunal  de Garantia  terá se apoderado de uma residência no município do Talatona que as autoridades confiscaram ao antigo ministro da comunicação social, Manuel António Rabelais.


Ainda no Talatona, um outro Juiz de comarca Isidro Gourgel, que trabalha no gabinete do Presidente do Tribunal Supremo, apoderou-se há cerca de dois mês de uma casa pertencente ao antigo Director-Geral do INEA, Joaquim Sebastião, no condomínio Vila Mar. A casa encontrava-se lacrada e sob guarda do Cofre Nacional de Justiça (CNJ). Durante os três anos de ausência do verdadeiro proprietário, a casa foi acumulando dividas por falta de pagamento das tarifas de condomínio.


Durante as últimas semanas, os moradores do condomínio notaram que o imóvel estava ocupado decidindo cortar a água até que os proprietários regularizassem a situação. O ocupante, neste caso o Juiz Isidro Gourgel dirigiu se a uma esquadra da polícia para dar queixa que lhe foi cortada a água. Por sua vez, os moradores denunciam ao Cofre Nacional de Justiça e a PGR que o imóvel havia sido ocupado por um intruso, registrando um braço que resultou no despejo do juiz. A casa foi desocupada e segundo apurações terão colocado guardas para evitar que outros juízes voltem a ocupar.


Segundo apurou o Club-K, um outro Juiz do Tribunal Supremo, Daniel Modesto Geraldes, apoderou-se de uma outra casa no mesmo condómino Vila Mar, também pertencente a Joaquim Sebastião.  Para além, desta casa o Juiz Modesto Geraldes conta com uma casa no condomínio “Jardim de Rosas”, no Benfica e outra no “Boavida”.

 

 



DEBATE NAS REDES SOCIAIS:




DEBATE NO ANÓNIMATO: